NÃO É MERA COINCIDÊNCIA

Por Humberto de Luna Freire Filho

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IMAGEM: Blog do Clubinho

Quando criança, morei muitos anos com a minha avó . Ela morava em uma casa grande, com um grande quintal o que propiciava  com muita frequencia o aparecimento de ratos. Os raticidas hoje usados em larga escala, na época, eram substituídos por uma armadilha que, no Nordeste, costumava-se chamar de “ratoeira”. E eu era o encarregado de preparar, logo ao anoitecer a tal armadilha.

Mas isso me trazia uma imensa ansiedade, enquanto esperava a conclusão do primeiro resultado; até procurava falar baixinho para deixar as ratazanas desinibidas. Certa vez, a minha avó falou, meu neto,  fique à vontade, eles não aparecem antes da meia noite. Qualquer semelhança com o nosso Congresso não é mera coincidência.

Humberto de Luna Freire Filho, médico

 

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6 ideias sobre “NÃO É MERA COINCIDÊNCIA

  1. Humberto, li todas e não sei qual a melhor.
    A ratoeira lembra a minha infância no nordeste,Muito boa.
    A nossa situação com esse congresso que aí está se mostra cada vez pior, eu não sei o que será de nós.

    Parabéns e um grande abraço

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