NO NOSSO LEGISLATIVO: CAPIVARAS, ANTAS E TOUPEIRAS

Por Humberto de Luna Freire Filho

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Peço aos leitores do bloguinho que, por favos, analisem esse fato. Em sua coluna nesta quinta-feira na Folha de São Paulo o jornalista, Jânio de Freitas faz duras críticas à proposta de intervenção militar feita pelo general Mourão. O Primeiro parágrafo da coluna (transcrevo baixo) já diz tudo.

“O que faltava não falta mais. Assim é, antes de tudo, a contribuição do general Antonio Hamilton Mourão ao agravamento da situação crítica do Brasil. O golpismo militar retoma sua tradição. Pela voz e pela posição do general, que as fortaleceu com o aviso de que tem a concordância do Alto Comando do Exército, estamos informados de que o país recuou 53 anos em sua lerda e retardada história. De volta aos antecedentes de tutela armada vividos, com as ameaças, os medos e os perigos cegos do pré-golpe de 1964”.

Pergunto; onde o Jornalista viu uma ameaça de golpe militar? O General simplesmente respondeu de maneira didática a uma pergunta , até de certo modo, digamos,  provocativa, do representante da Loja Maçônica Grande Oriente do Brasil sediada na capital da República, o que realmente poderia acontecer constitucionalmente em um Brasil sem o devido controle das instituições. As FFAA só agiriam de acordo com os preceitos constitucionais, nunca para tende interesses de grupos. Assim eu entendi.

Não demorou muito para que as redes sociais viralizassem  e começassem a surgir as interpretações e  opiniões mais idiotas. Porém nenhuma superou ou irá superar a de uma capivara (que me desculpe a animal)  habitante do Senado e atende pelo nome de Lindberg Faria. Essa nulidade da República, está exigindo a presença do General Mourão algemado em plenário.

Humberto de Luna Freire Filho, médico

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14 ideias sobre “NO NOSSO LEGISLATIVO: CAPIVARAS, ANTAS E TOUPEIRAS

  1. Caro Humberto,

    Não tenho a menor simpatia pelo que escreve o Jânio de Freitas, mas concordo que o pronunciamento do general da ativa, Antonio Hamilton Mourão, não foi nada conveniente.

    Não vejo a classe militar como qualificada para resolver crises sociais e políticas, pois isso é a negativa de soluções democráticas.
    Essa alegada solução não ocorre em sociedades sólidas e é coisa de republiqueta.

    Tenho agora 80 anos e tinha 27 na época do golpe militar de 1964 – que supostamente “salvou o Brasil do comunismo” – mas a milicada ficou pendurada no poder até 1985.

    Nesses termos vejo a candidatura do capitão Bolsonaro como um retrocesso (mesmo admitindo que é um direito democrático dele). Não compro a tese (defendida pelos que o apoiam) de que os militares são naturalmente mais honestos porque “estão imbuídos da moral adquirida na caserna”.

    Abraços

    Claudio Janowitzer
    Rio de Janeiro

    • Cláudio, não estamos pretendendo um novo 1964. Estamos falando em “intervenção constitucional”, onde após uma limpeza ética e moral por 90 dias, o poder será restituído a civis com a realização de eleições livres. Vivemos sob o comando de ladrões, e enquanto existir um em cargo chave da administração a coisa se espalha igual a vírus. Costumo dizer que sou contra regimes de exceção seja ele civil ou militar.

      • Concordo plenamente com você, ao contrário do que pensa e diz o Sr. Claudio os militares não só salvaram o Brasil do comunismo internacional como puseram ordem na bagunça vigente.l Como ele vivi a época e tenha saudades dela. Só temem a volta dos militares aqueles que não estão a fim de andar na linha. A situação agora acho que é pior do que em 64, a podridão está generalizada e não se tem a quem pedir socorro!

    • Leônidas, eu nunca acreditei nesse cara. Ele chega a ser ocasionalmente, contraditório. Leio algumas coisas que ele escreve para não fazer críticas gratuitas.

  2. Se não fossem os militares em 1974 – com pleno apoio do povo, que aqui tem acanhamento em se pronunciar, Portugal estaria até hoje sob a dinastia ditatorial salazarista .
    “O Brasil é um deserto de homens e de idéias “, como já preconizava
    Oswaldo Aranha há quase um século ! Inexiste qualquer nome confiável
    Precisamos, sim, de um regime militar provisório, pois só assim faríamos via atos institucionais as reformas básicas do país a exemplo do fim das reeleições para o Executivo, redução do no. de congressistas e das chamadas verbas de gabinete, extensivo às assembléias legislativas e camaras municipais limite de reeleição a parlamentares e vereadores, extinção da livre indicação dos ministros do STF pelo Executivo , e da sua vitaliciedade, dentre outras correções.

  3. O que leva as pessoas a defenderem uma intervenção militar é o ceticismo que se abateu sobre o povo.
    Penso que o Brasil precisa de homens sérios, Simples assim. Feito isto é retomaremos o rumo do crescimento e passaremos a ter esperanças de vivermos em um País melhor e mais justo; onde todos sejam verdadeiramente iguais perante a lei e não apenas na teoria.

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