O BAIXO NÍVEL DA ALTA CORTE

Por Humberto de Luna Freire Filho

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IMAGEM: A PopFix

Vejam o que aconteceu ontem na sala da casa de Mãe Joana:

“Não transfira para mim essa parceria que Vossa Excelência tem com a leniência em relação à criminalidade do colarinho-branco”. (Luiz Roberto Barroso).

“Vossa Excelência quando chegou aqui , soltou José Dirceu”. (Gilmar Mendes)

“Vossa Excelência vai mudando a jurisprudência de acordo com o réu. Isso não é estado de direito. Isso é estado de compadrio”. (Luiz Roberto Barroso).

“Quanto ao meu compromisso com o crime de colarinho-branco, eu tenho compromisso com os direitos fundamentais (…). Não sou advogado de bandidos internacionais”. (Gilmar Mendes).

Agora imaginem que nós é que pagamos  os altíssimos salários dessa quadrilha.

Humberto de Luna Freire Filho, médico

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4 ideias sobre “O BAIXO NÍVEL DA ALTA CORTE

  1. Humberto, nem em boteco de quinta categoria, como o frequentado pelo ex-PGR, Rodrigo Janot, seriam ditas tantas barbaridades, como no caso do diálogo entre os Ministros Gilmar Mendes e Barroso. A verdade é que a fórmula de composição dos integrantes do STF precisa ser mudada. Urgentemente. Sob pena de essa corte ficar mais desmoralizada do que já está. A maioria dos membros do STF julga ideológicamente. Está mais do que na cara de que eles decidem para ajudar aqueles políticos que os indicaram. Não me arriscaria a dizer que o STF é uma quadrilha que usa toga, mas sim que decide politicamente, quando deveria fazê-lo juridicamente. Mas não é só isso. Esses juízes vivem viajando às nossas custas. Uma hora estão em Lisboa, outra hora em Roma. Em seguida, em Nova York. É seminário para cá, seminário para lá. Não me consta que os ministros da mais alta corte americana vivem viajando para todo canto. Nem que ficam dando palpite na política americana a todo instante, como fazem aqui. Tenho certeza de que seria melhor se todos os membros do STF fossem juízes de carreira. Não que juízes não possam errar, mas pelo menos não ficariam nada a dever aos políticos.

    • Abel, eles agem ideologicamente, politicamente e de maneira contraditória. Mudam de opinião para atender interesses. Já assumem o cargo comprometidos com o Executivo, com Legislativo ou com ambos.

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