BRASIL, INFELIZMENTE UM PAÍS DE VAGABUNDOS E PILANTRAS

Por Humberto de Luna Fraire Filho

Quando vamos poder dizer que o Brasil é um país sério? São desmoralizantes as manchetes diárias dos nossos principais jornais; vejam mais essa de primeira página do Estadão, hoje (31/12): “Três servidores públicos são presos por semana no país” – Os crimes envolvem desvio de verbas, delitos fazendários e até tráfico de drogas.

Enquanto tivermos esse Estado inchado  e um Congresso onde a maioria dos ocupantes são eleitos com financiamento da banda podre do empresariado em troca de benefícios futuros, não substituiremos essas quadrilhas dominantes por um governo que trabalhe em favor do país.

Vivemos uma inversão de valores, onde fumadores de maconha, cheiradores de pó, são garantidos pelos direitos humanos enquanto o cidadão, que tomou uma cerveja ou fez uso de um xarope contra tosse contendo álcool e foi pego em uma blitz de trânsito, será preso e terá sua habilitação confiscada, enquanto aos drogados nada acontece.

A violência é incentivada em todos os setores da sociedade por minorias que querem ditar normas para as maiorias,  estimuladas por esse governo corrupto na tentativa de segregar para melhor dominar. Joga negros contra brancos, homossexuais contra heterossexuais, pobres contra ricos.

O resultado dessa política suja da “esquerda burra” é violência gerando violência. Li há pouco que um Papai Noel foi apedrejado por crianças pobres  em uma favela do Rio de Janeiro, porque os doces que ele  distribuía haviam acabado. Dá para entender essa sociedade amestrada pelo Partido dos Trabalhadores (PT)?

Afinal vamos tirar vantagem em tudo? Essa é a norma de uma sociedade que há quinze anos convive com dirigentes sem moral, sem ética e sem escrúpulos. Estou colando abaixo o link de um vídeo que bem mostra quem é o povinho brasileiro. Enquanto em qualquer país civilizado impera a lei, a moral, a civilidade e a solidariedade, no nosso pais infelizmente temos isso.Vejam o vídeo.

Humberto de Luna Freire Filho, médico

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12 ideias sobre “BRASIL, INFELIZMENTE UM PAÍS DE VAGABUNDOS E PILANTRAS

  1. Vendo essas imagens do vídeo a respeito dos saques feitos por brasileiros quando veem a desgraça alheia, mas não sentem um pingo de solidariedade é uma vergonha. Nossa índole é a pior possível. Não podemos falar mal dos políticos, dos ladrões de quaisquer gama se assim procedemos de foram canibalesca e de tremenda falta de educação. É claro que a afirmação choca e muitos vão alegar exageros e falta de brasilidade..mas não ha como negar a barbárie dos saques aos acidentados. Muito triste isso. E não dá para sentir nenhum orgulho deste País e de ser brasileiro ou brasileira….Está no DNA dos latinos de modo geral a anarquia e a grosseria famigerada falta de caráter tal qual macunaimas…

  2. Muito triste constatar que o povo brasileiro é assim. Sinto vergonha de fazer parte desse país, de dizer que sou brasileira. A única coisa que me conforta, é que eu jamais agiria assim e que tenho certeza, com a educação que dei a meus filhos, tb jamais agiriam assim. Enqto a mentalidade do brasileiro não mudar, esse país não desencalha. Infelizmente é a Lei de Gerson, de querer levar vantagem em tudo. Pobre país. Cada dia que passa só piora. Só a educação é capaz de salvar esse país. Que comecemos a mudança nas eleições de 2018, elegendo um presidente limpo, sem envolvimento com a justiça ou tudo estará perdido.
    Feliz 2018 a todos!

    • Prima, é o que eu sempre digo, enquanto o país não começar a investir pesado em educação seremos terceiro mundo. O brasileiro continuará vendendo o voto e a atual podridão política persistirá.

  3. From: (Add as Preferred Sender)
    Date: Wed, Jan 03, 2018 8:33 am
    To: lunafreire@falandodebrasil.com.br

    Que vergonha o saqueio do caminhão acidentado!
    Somos o 3º o 4º e o 5º Mundo e P.A.Cabral nada tem a ver com nossa
    vergonhosa imoralidade.
    Até 1889 o País era mais sério e respeitável.

    Saudações

    mário

  4. From:
    Otacilio Miranda Guimarães (Add as Preferred Sender)
    Date: Wed, Jan 03, 2018 2:15 am
    To: “lunafreire@falandodebrasil.com.br”

    Caro conterrâneo,

    Obrigado por suas palavras. Quero acrescentar mais algumas ao comentário que fiz no seu blog.
    Se o seu objetivo com suas contundentes e mais que objetivas críticas é contribuir para consertar o Brasil, desista porque o que nasce torto vai morrer torto e não tem conserto.
    Mas se o seu objetivo é expressar sua opinião e demonstrar o seu desprezo por um povo desprezível, faça como eu e vá em frente. E sem dar a menor importância aos beócios que lhe criticarem por isso. Eu faço isso em meus escritos pelo simples prazer de expressar o que sinto a respeito da maioria do povo brasileiro. E o que sinto por esse povo é nojo.
    Não sou religioso e nem acredito no deus dos homens. Mas acredito numa força superior que tudo comanda. Posso dizer que sou um espiritualista que não acredita no acaso e muito menos na fatalidade. Encontrei, não por acaso e muito menos por fatalidade, a pessoa que é hoje minha esposa, descendente de uma nobre estirpe de japoneses, que é budista. Não me converti ainda ao budismo mas tenho aprendido muito com essa filosofia de vida que tem tudo a ver com o cristianismo puro e nada a ver com o cristianismo e com a religiosidade dos hipócritas. Aprendi que as nossas vidas são o resultado dos nossos atos que começam com o pensamento. Atos, afinal, são pensamentos materializados. Assim, ninguém tem o que não merece e cada um colhe o que semeou.
    O povo brasileiro, em sua maioria, está colhendo o que semeou ao longo do seu passado histórico. Esse passado tem pouco mais de 500 anos sendo 350 de uma cruel escravidão de um povo que foi deslocado de seus países de orígem para servir a senhores desalmados desprovidos de senso moral. Ao fim de uma das mais longas experiências escravagistas da história da humanidade, os escravos finalmente foram libertos mas deixados entregues à própria sorte. Como as ações do passado se extendem e se refletem no futuro, o que se observa hoje no Brasil é como se fosse uma vingança do destino. Ledo engano pensar assim pois se trata, em realidade, da materialização das leis da vida que só dá a Cesar o que é de Cesar.
    Por que criticar os políticos pela situação caótica vigente hoje no Brasil? Ora, os políticos nada mais são do que o reflexo do povo que os elegeu.
    Depois de todo tipo de experiências mal sucedidas, deram aos brasileiros uma democracia. E o que fizeram com ela? Usaram-na para eleger sempre os piores entre os piores. Culminou na eleição e reeleição de um desclassificado e desqualificado como Luís Inácio da Silva para a presidência da república. Para coroar a obra, elegeram e reelegeram uma criatura completamente desprovida de qualidades intelectuais e morais para substituí-lo. O resultado é que o Brasil tem hoje na presidência o maior comparsa dos crimes perpetrados pelos dois, numa continuação de um desastre que não aconteceu por acaso ou por fatalidade, mas em decorrência das ações de um povo completamente despreparado para se auto governar. Portanto, a culpa não é dos políticos pois estes agem de acordo com a psicologia coletiva. E a psicologia coletiva no Brasil é a de um povo degenerado sem qualidades intelectuais ou morais e que sempre age de acordo com o mostrado no vídeo que pode ver clicando neste link:

    https://www.youtube.com/watch?v=jJP65XdXMw8

    Aqui neste país maravilhoso onde vim parar as coisas acontecem de modo bem diferente. Se um caminhão como esses mostrados no vídeo sofre um acidente, logo aparecem pessoas para protegê-lo e não para saqueá-lo, até que a polícia chegue.

    Sinto pelos brasileiros que não estão classificados entre os que promovem a baderna e a estes dou um conselho: se puderem, caiam fora enquanto é tempo porque vai ficar muito pior do que já está.

    Bem, se um dia vier à Austrália, inclua Darwin em seu roteiro e me avise, pois terei imenso prazer em recepcioná-lo.

    Um forte abraço,

    Otacílio

    • Caro Otacílio, obrigado pela aula. Seu escrito já estava no meu arquivo, só queria sua permissão para publicar. E assim o fiz, caso contrário desfrutaria sozinho do aprendizado.

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