AS CARPIDEIRAS E O FIM DAS “FAMIGLIAS”

Por Humberto de Luna Freire Filho

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A dona Cantanhêde está disputando com Míriam Leitoa, da Globo News, o título de melhor carpideira do país. Hoje ela escreveu no jornal O Estado de São Paulo que Bolsonaro brinca com fogo, mas quem está saindo chamuscado é o Brasil. Isso por conta provavelmente dos pronunciamentos do presidente eleito e pela recente negativa do Egito em receber o ministro das relações exteriores. Pelo que eu sei o Brasil não está interessado em construir pirâmides, em importar camelos nem, muito menos, seguir os “dogmas de fé” da fraternidade muçulmana.

Quando é que essas viúvas da esquerda vão cair na real? A podridão acabou e quem teve participação no sistema podre que dominou o país por 16 anos, que ponha as barbas de molho. Com o juiz Sérgio Moro no ministério da Justiça, a operação Lava Jato agora terá  oito milhões e meio de km quadrados. O número de “famiglias” atingidas irá crescer em proporção geométrica a ponto de fazer inveja ao FBI, que consegui destruir  cinco (Genovese, Bonanno, Gambino, Lucchese e Colombo), que atuavam nos EUA a partir de Nova York. Prometo para depois dar nome das de Brasília.

Humberto de Luna Freire Filho, médico – Cidadão brasileiro sem medo de corruptos

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12 ideias sobre “AS CARPIDEIRAS E O FIM DAS “FAMIGLIAS”

  1. Humberto, eu tinha a jornalista Eliane Cantanhede em alta conta até meses atrás. Mas desde o início da campanha eleitoral, por volta de abril deste ano, a mesma desandou a falar mal de Bolsonaro. Certamente seguindo a orientação do jornal onde escreve, O Estadão. Eu já disse diversas vezes que leio esse outrora grande jornal há mais de meio século. Mas tenho que admitir, com uma sensação de tristeza, que o Estadão mudou para pior. Para mim ficou claro que o jornal assumiu a defesa completa do tucanato nessa finda eleição. Dia sim, dia não, numa coluna escrevia FHC, na outra Boris Fausto, do Instituto FHC, na outra Miguel Reale Junior, tucano de quatro costados. No outro dia vinha José Serra, o tucano taciturno. Aí o Estadão desencadeou uma sórdida campanha contra Jair Bolsonaro, claro, pegando mais leve do que a Folha de São Paulo, o jornal preferido por nove entre dez integrantes dos diversos diretórios acadêmicos existentes na USP. Mas voltando à Eliane Cantanhede. Para mim a maior pisada na bola dela se deu após uma das pesquisas de opinião, ainda antes a eleição do primeiro turno, dizer que Bolsonaro perderia de todos os outros candidatos no segundo turno. Claro que essa afirmação deveria ser entendida com a reserva que o caso merecia, pois uma vez encerrado um turno de eleição o panorama para o segundo turno muda completamente. Isso foi perfeitamente esclarecido pela representante do Ibope num dos jornais da Rede Globo. Ou seja, a hipotética derrota de Bolsonaro para os demais candidatos no segundo turno estava apoiada num cenário hipotético ainda existente no primeiro turno, cenário esse que mudaria completamente no segundo turno. Mas a Eliane não quis saber de nada, não levou nada disso em conta, e tascou, satisfeita, do alto de seu saber, de sua arrogância, que Bolsonaro seria presa fácil de qualquer candidato no segundo turno. O recado dela era claro: votar em Bolsonaro era jogar o voto fora. Humberto, isso foi de uma má-fé incrível. Eu tenho certeza de que ela fez isso mesmo sabendo que era uma baita enganação. Ela usou de má-fé, pois não acredito que uma jornalista experiente como ela tivesse incorrido em um erro tão grotesco como esse. Ela seguiu, infelizmente, a diretriz editorial desse outrora grande jornal. A ordem era destruir o candidato Jair Bolsonaro a qualquer custo. Arrisco a dizer, após acabar de ler as notícias vindas dos Estados Unidos após as eleições de ontem: Lá, como cá, a imprensa tomou partido, e parece que isso não tem volta. Isenção da imprensa não existe mais, se é que existiu um dia. Trump é o Bolsonaro deles.

  2. Quem sabe Humberto um dia acaba a imprensa no Brasil e esses ridículos fazedores de ideias e de cabeças cala-se por falta de credibilidade, além de eu ser contra essas estatísticas fajutas de quem perde ou quem ganha as eleições, todas falsas e eivadas de erros, só um burraldo para a creditar nelas.. Mas eles são caras de pau e enfrentam a população com ferocidade impondo seus pensamentos e juízos de valores. Onde está a isenção?? Onde está a ética?
    Mas o chororô é livre, deixa esses bandidos espernearem pois quem é inteligente e acompanha os fatos saberá bem discernir que fala a verdade e quem mente, aliás pra mim essa loucura que está acontecendo com certos meios de comunicação depois desses famigerados 16 anos do PT no poder, o estrago foi grande…as consequências estão aí. Também me decepcionei com a Catanhede;.

  3. O sinal de alerta da degeneração total da política fluminense – e do Brasil afora – foi dado em 13/04/2012 pelo colunista Ancelmo Gois, do jornal “O Globo”. O então Procurador Geral de Justiça do Rio de Janeiro, Dr. Cláudio Lopes, agora preso com a famiglia Picciani, arquivara o procedimento contra o então governador Sérgio Cabral, que já estava fazendo e acontecendo a olhos vistos. Ancelmo também informou que o caso iria para o Conselho Nacional do Ministério Público. Já no dia seguinte, “O Globo” não mais tocava no assunto. No entretempo, formava-se o trio ASS (significa jumento em inglês) formado por Aécio Neves, Sérgio Moro e Sérgio Cabral, o primeiro quase se elegeu presidente em 2014, o segundo virou o Catão dos Trópicos e o terceiro foi parar na cadeia. A tarefa de tirar o Brasil do buraco agora é confiada à famiglia Bolsonaro, sob o comando do quarteto OMPB formado por Onix (Lorenzoni), Moro (Sérgio), Paulo (Guedes) e Bolsonaro. “Eu acredito”. “Me engana que eu gosto”.

    Boanerges de Castro (Rio)

  4. Não confundir a dúvida com “animus sperniandi”.

    Entrementes, os banqueiros, que devoram 50% do orçamento da União e deixam endividados com juros escorchantes neste imenso país mais de 60% das famílias e centenas de milhares de empresários de todos os portes que não têm sobra de caixa, devem achar muito engraçado um internauta reclamar e o outro, conformado, mandá-lo espernear inutilmente. E pensar que ambos têm nível superior.

    Então, fica a assim: um é movido pelo “animus sperniandi” e o outro, pelo “animus conformandi”, ou “animus degustandi”.

    Bom fim de semana com seus “anima”, Dr. Humberto Luna. Deguste-os bem.

  5. Entendi sua réplica. Para você afirmar que dói menos, é certamente porque já está sentindo uma dorzinha. Comigo não tem dessa de desejar sentir dor. Não sei se é o seu caso. Parece que não, Sr. Humberto Lula. Reitero meus votos de um bom fim de semana, “porque hoje é sábado”, e você pode aliviar a dor que já está sentindo.
    Sds.

    • Janeiro sem PT e sem ver os focinhos do jerico de Garanhuns (o amigo), da anta mineira (o poste I), de Gleise Hoffmann (coxa), de Lindberg Farias (lindinho), e de Fernando Haddad (o poste II), já é uma vitória. Estou no lucro.

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