“PRÁ LÁ DE MARRAKESH”

Por Humberto de Luna Freire Filho

NOVA DECORAÇÃO ÀS MARGENS DO SENA – PARIS
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IMAGEM: Jornal O Globo

AS PRAÇAS DE ATENAS – GRÉCIA
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IMAGEM: Sputnik Brasil

 

Os maiores de 50 devem lembrar perfeitamente de uma música de Caetano Veloso que tinha como refrão  “você está prá lá de Marrakesh”. O nosso presidente estava lá, sim, em Marrakesch, e endossou o Pacto Global de Migração. Uma proposta da Organização das Nações Unidas (ONU) que foi endossado nesta segunda por mais de 150 países durante conferência no Marrocos, mas que ainda precisa passar por uma votação formal na Assembleia-Geral das Nações Unidas que será realizada  em 19 de dezembro.

Não demorou muito o nosso futuro chanceler, Ernesto Araújo, já disse – “O governo Bolsonaro se desassociará do Pacto Global de Migração” e justificou com as seguintes palavras – “A imigração não deve ser tratada como questão global, mas sim de acordo com a realidade e a soberania de cada país”. Verdadeiro!!! Isso me faz lembrar uma frase de Donaldo Trump – “O céu tem muros e rígidas regras de imigração. Quem tem políticas de portas abertas é o inferno”.

A MORTE DA EUROPA
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IMAGEM: Revues.org – OpenEdition

Não é sem motivo que estamos assistindo a morte da Europa. Principalmente dos países que desprezaram, ou não priorizaram  a cultura ocidental em seus critérios para imigração, dando lugar a outras culturas que desprezam os nossos valores culturais e a nossa religião, o que os governos europeus estão aceitando em nome de um Estado laico. Uma total perda da identidade nacional. Sugiro que todos leiam – “The Strange Death of Europe”, de Douglas Murray e entendam o abraço mortal do multiculturalismo.

Humberto de Luna Freire Filho, médico – Cidadão brasileiro sem medo de corruptos

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40 ideias sobre ““PRÁ LÁ DE MARRAKESH”

  1. É uma coisa difícil isso, pois nós fomos colonizados por católicos, mas depois recebemos imigrantes não católicos, embora cristãos e posteriormente japoneses, que nada em comum tem com nossa cultura religiosa, ética e moral.
    O problema maior que eu vejo é que esses países paupérrimos em distribuição de renda são apoiados por potências de poder econômico e militar, como EUA, Alemanha, Inglaterra, França, Rússia, entre outros, que não vêem nada demais nessa concentração de renda, desde que possam aproveitar dos seus recursos naturais, e com isso os pobres vão atrás de oportunidades para quem lhes abrem as portas, fazer o quê?
    Muçulmanos shiitas não toleram os sunitas e vice-versa, e se matam, e ambos matam e expulsam os de demais religiões.
    Se ao menos conseguissem viver com dignidade em seus países nada disso aconteceria, e se por ventura se matassem seria um problema interno.
    Mas em um ponto eu concordo, o crescimento do Islã no mundo, assim como o fundamentalismo evangélico no Brasil é uma preocupação.
    Vou ficar com Bolsonaro, embora meu avô paterno fosse libanês.

    • Alberto a exploração das grandes potencias infiltradas nesses países, lhes sugando as riquezas e parte causal dessa debandada. Porém necessário se faz que os imigrantes tentem se adaptarem ao modus vivendi da nova terra e nunca tente impor condições até com certa agressividade, como está acontecendo na Europa.

  2. 0 Novo Brasil de 2019 e o novo Itamarati não seguirão a receita da velha
    Europa, invadida por hordas bárbaras que lhe estão destruindo a identidade.
    Temos não só o direito como a obrigação de não nos deixarmos contaminar
    pelos erros dos desavisados.

  3. Excelente. Em especial: O céu tem muros e rígidas regras de imigração. Quem tem políticas de portas abertas é o inferno. (Donald Trump)

    Enviado via iPhone

    • José Roberto, temos que pensar em nossos interesses, e nuca atender interesses de um organismo internacional (ONU) a serviço de uma esquerda apodrecida.

  4. A minha impressão é de que este nosso futuro governo estará do lado dos Estados Unidos. Penso que deveríamos estar neutro buscando entendimento com todos os países com quem podemos efetuar negociações comerciais e dependemos cada vez mais de exportação com uma balança cada vez mais positiva. Até parece que estamos em condições de escolher países importadores e fazer luxinho principalmente para a China hoje nosso principal cliente. O Pacto Global de Migração está inserido na assinatura do tratado dos Direitos Humanos que há dias completou 70 anos.O Brasil sempre recebeu estrangeiros de braços abertos e não deve se abster nesse momento tão conturbado por que passa o nosso Planeta Terra.

    • Módulo, concordo que não haja restrições em acordos comerciais com qualquer nação. Façamos o que for mais lucrativos para nós. Mas receber imigrantes que querem nos impor condições… NÃO!!! Eles terão que se adaptarem aos nossos costumes e não nós termos que nos adaptarmos a eles com vi recentemente em Londres, mulheres inglesas sendo xingadas por trajarem roupas nas cores vermelhas.

  5. Quando a Itália, Alemanha, Espanha, Portugal, Irlanda, Japão, China, Síria, Líbano e outros países enviavam milhões de imigrantes para as Américas nos séculos XIX e XX não houve idêntica reação. Nos Estados Unidos, criaram-se as máfias italiana, chinesa, irlandesa, judia. Aqui no Brasil é dificílimo aparecer um escândalo financeiro ou político que não envolva descendente de libaneses, sírios e italianos. São tantos os nomes, que nem dá para mencioná-los numa simples mensagem. E a colônia alemã devastou os pinheirais do Sul do Brasil.

    A propósito, o Marrocos, país com 35 milhões de habitantes, e está crescendo muito, tanto econômica como socialmente, já supre 50% de suas necessidades energéticas com fontes renováveis

      • Colonização desafiadora
        O início da colonização na região foi de árduo trabalho. Não havia estrutura nas comunidades. Os alemães que vieram tiveram que abrir picadas na mata e começar os povoados praticamente do zero. “A maioria dos que vieram eram artesãos. Isso também é uma mudança de paradigma para a época. Ao invés de mão de obra escrava, esses imigrantes trabalharam com as próprias mãos”, destaca Martin Dreher.

        Com o passar dos anos, mais levas de imigrantes alemães chegaram ao Rio Grande do Sul. “O começo foi bem tímido e o contingente foi aumentando décadas depois. Após 1851, chegaram muitos soldados para combater contra os argentinos. Ao todo, vieram ao Brasil cerca de 250 mil alemães ao longo de várias décadas, mas desses só em torno de 4 mil chegaram logo nos primeiros anos. A maioria veio no século 20”, detalha Martin Dreher. Peca O SR. BOANERGES RADICAL COMO TODOS PETRALHA em afirmar que os alemaes dizimaram a região dos pinheirais, pelo amor de Deus nunca ouvi falar disso…….Houve desbravamento de terras por necessidade mas nunca ao ponto de tal coisa, até porque a região do Paraná até hoje é rica e bela por causa dos seus imensos pinheirais, quer denigrir a imigração européia que só enriqueceu os Estados do Sul, por favor…
        Quem merece bala é ele próprio por dizer uma asneira dessas…….Se o mesmo acontecesse nos Estados do Nordeste, hoje seria rico e não teria tantos políticos desonestos e mentirosos,……….Esse cara ao acessar seu site deveria criar vergonha na caras por dizer tanta mentira e bobagem…….

        • Lilian, também no Nordeste tem o bom “rastro” da imigração europeia. A cidade de Recife está a 1 metro abaixo do nível do mar, é cidade litorânea e cortada por dois rios o Capiberibe e o Beberibe e não tem enchentes, graças ao perfeito sistema de canais construído a 500 anos por Maurício de Nassau.

          • O Nordeste é azarado e mandou correr com os holandeses e os franceses, se ralou..e hoje é o que deu no que deu….

  6. Completamente de acordo com o futuro Embaixador! Tenho lamentado que países seculares que eram seguros e davam ao seu povo educação e saúde de primeira, estejam agora sendo palco de estupros e insegurança. Triste ver o que tem acontecido na Alemanha e até na Suécia.

    • José Roberto, há três anos estive em Paris e vi o Quartier Latin transformado em acampamento de imigrantes. Ano passado em Londres vi mulheres inglesas sendo agredidas com palavras por usarem roupas com as cores vermelhas.

  7. Boa noite!

    Humberto, creio que enviei umas três mensagens sobre sua solicitação, mas me perdi aqui e a primeira foi sem identificação.
    Oportuna sua publicação.
    Abraço!

    • Garbi, não sou contra o imigrante. Que venham produzir, que juntem-se a nós para somar, mas nunca para impor seus princípios e crenças, como está acontecendo na Europa.

  8. Pois é, Humberto. totalmente de acordo.
    Consta que o “politicamente correto” já alocou mais de 10 milhões de muçulmanos na França. Os franceses, metidos a enciclopédicos, libertários, estão se ferrando. Há cidades que já se aceitam como muçulmanas, caso de Marselha. Está na cara que essas hordas não chegam à Europa para produzir. Não é esse o escopo do Islã. Situação muito difícil para Macron, que está a tratar dessa questão, como de outras igualmente delicadíssimas, com luvas de pelica. Se não arregaçar a coisa nos moldes de Trump, a França vai ser engolida. Como toda a Europa. E vamos ver se o Bolsonaro segura o rojão por aqui.

    • Joaquim, há poucos dias lembrei de uma frase do ditador líbio, Muammar Al-Gaddafi. Disse ele: “para conquistarmos a Europa não precisamos dar tiros, basta ir para lá e fazer filhos”. Verdade, enquanto um casal europeu tem 1 filho os casais muçulmanos tem 6.

  9. Dr bom dia Dr. concordo com sua colocação, mas deixei de comentar no bloguinho porque o julgamento é um só quem não é Bolsonaro não serve é lixo
    infelizmente o nosso povo e comandado como gado toca o berrante e todos acompanham, então uma das minhas opiniões causou um alvoroço e uma
    revolta nos seus seguidores, me acusarão de tudo inclusive disseram que todos os contras deveriam morrer, eu não votei Bolsonaro, nem em Ninguém mais
    uma vez anulei o meu voto ate porque nem um deles me representa, e volto a dizer o Cara é um Collor da vida, mas torço para que de certo, então como já me aborreci o suficiente com essa eleição onde conhecidos meus ( porque não posso chamar de amigo um sujeito desses) e parentes tiveram atitudes incompreensíveis
    decidi ficar quieto no meu canto.

    Um abraço do amigo Edilson Manenti

    • Pois é Edilson, senti falta de seus comentários. Sei que muitos leitores não aceitam opiniões contrárias. Eu costumo publicar todos os comentários dirigidos a mim ou em resposta a outros leitores, desde que não faltem com respeito e não contenham frases ou palavras de baixo nível. Mas política é isso desperta paixões e leva inclusive a discussões acaloradas até entre parentes. Mas é isso aí, a essa altura não resta outra alternativa senão torcer para que o país não ande para trás.

  10. Vejo com reservas quaisquer tipos de imigração, no caso advindos de países orientais e de completa cultura muito diferenciada, só poderão trazer problemas aos que os acolhem indiscriminadamente…e o que disse o tal de Boanerges me perdoe nunca vi tanta bobagem….A colonização europeia fez só o bem estar daquelas moradores da região..e as fez crescer economicamente…Quiça tivesse o Nordeste brasileiro recebido gente tão culta e tão trabalhadora não seria hoje o retrato da pobreza e do atraso cultural, Econômico, social…..Nao teriam hoje os coronéis que os submetem à miséria e ao ostracismo no cenário nacional, donos do Poder e das terras, não teríamos hoje o vergonhoso voto de cabresto…

  11. Endosso integralmente seu texto, pois vejo que suas opiniões são exatamente as minhas.
    A França está pagando um pesado tributo por ter explorado e exaurido suas colonias. Estive na Costa do Marfim e constatei o mal causado ao país. Não deixaram uma árvore sequer das florestas nativas., alem de continuar a explorar o país atualmente, através da EDF- Eletrecitè de France, vendendo tecnologia avançada para um país pobre, que nem sabe utilizá-la.
    Com milhões de desempregados, insegurança total, temos que conter e selecionar os imigrantes, pois não conseguimos nem atender nossos necessitados, principalmente na área da saúde.
    Nossos dirigentes que não valem nada, tem a obrigação de zelar primeiro pelo nosso povo, depois vamos ver o que dá para fazer, se podemos receber ou não imigrantes.
    A França está realmente num bagaço. Tomada por hordas de sem teto, que tomam conta das praças. Existem alguns bairros que dá medo de frequentar, pois mais parecem países do continente africano, que olham os turistas com aversão.
    Tudo resultado de uma praga que dizem ser os tais “direitos humanos”, e das Ongs oportunistas, que desvirtuaram totalmente o real significado dessas palavras.

    • José Roberto, infelizmente a Europa está morrendo, mais especificamente a França, por conta dessa esquerda podre. A próxima foto de Paris será a praça do Louvre, tomada por barracas e as fontes em torno da piramide, transformadas em chuveiros de imigrantes.

  12. É bom que os brasileiros aprendam, com os franceses, o que acontece quando se perdem os valores básicos da cultura de um povo. E também quando se deixa uma outra cultura, totalmente incompatível com a cultura local e vigente até então, invadir o país.
    O Brasil não pode seguir este caminho, o do suicídio por mera displicência do povo, aliada às más intenções de grupos religiosos e políticos, que têm como metas destruir tudo para implantar suas visões de sociedade teocrática, aliada aos socialistas.

    Abcs

    Dominguez

  13. Imiigração é uma coisa! Invasão em hordas é outra!
    Adotar um país como seu, é uma coisa… querer impor suas leis e seus costumes na terra dos outros é invasao!
    Desde sempre deu pra ver que essa imigração em massa foi coisa orquestrada e que resultaria em gravíssimos problemas!
    Só não viu isso quem não quis!
    Agora o mal está feito…
    Os financiadores da encrenca devem estar comemorando o sucesso que obtiveram no objetivo de acabar com a cultura européia!
    Lamento… em 2014 ja despedi-me de Paris, cidade que amava e visitei muitas vezes!
    O encanto acabou!

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