BASE MILITAR DOS EUA AQUI? NÃO PRESIDENTE!!!

Por Humberto de Luna Freire Filho

BASE MILITAR PRESIDENTE? AQUI SÓ COM A BANDEIRA VERDE E AMARELO!
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IMAGEM: UND – Um Novo Despertar

Não sou político nem tenho nenhuma pretensão nesse sentido, sou um profissional liberal com 40 anos de atividade e não preciso de nenhum político nem muito menos do presidente eleito Jair Messias Bolsonaro. Confesso que procurei ajudar dentro das minhas possibilidades a sua campanha mas sem querer nada em troca. Apenas exerci a minha cidadania movida por um  espírito patriota, na tentativa e esperança de que a quadrilha que por 14 anos atuou destruindo o país, pudesse ser definitivamente eliminada da face da terra.

Porém ontem, assisti uma entrevista do novo presidente dada ao SBT, quando ele fala da  possibilidade de o governo do Brasil ceder espaço territorial para instalação no país de uma base militar dos Estados Unidos. Isso é desnecessária e a declaração inoportuna. Já tivemos em nosso território, em torno de 1944, uma base do EUA, no estado do Rio Grande do Norte (Parnamirim), isso em plena II Guerra mundial. Até aí eu entendo, mas não agora, não estamos em conflito com ninguém e se estivéssemos, “nós” teríamos que enfrentar. Afinal coragem se faz necessário para qualquer povo. Base estrangeira qui? NÃO PRESIDENTE!!! 

Humberto de Luna Freire Filho, médico – Cidadão brasileiro sem medo de corruptos.

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110 ideias sobre “BASE MILITAR DOS EUA AQUI? NÃO PRESIDENTE!!!

  1. Compartilhamos da discordância, meu caro.

    Acredito que a admiração pessoal que o presidente Jair Bolsonaro tem pela figura do mandatário norte-americano está se misturando com as questões de ordem política e institucional. Somos uma nação soberana e, portanto, devemos investir em nossa defesa, ampliando o poder das Forças Armadas, reaparelhando-as precisa e adequadamente.

    Além disso, permitir a instalação de uma base militar dos Estados Unidos em solo brasileiro poderá azedar as relações diplomáticas com outras nações que, embora sejam oficialmente amigas da terra do Tio Sam, não necessariamente vejam com bons olhos essa aproximação dentro do continente.

    Forte abraço e seguimos em frente.

    Willian Martins.

    • Martins, nossa defesa é prerrogativa só nossa, caso contrário não merecemos ser classificado como país soberano. Vamos investir para modernizar as nossas FFAA.

  2. Concordo, Humberto.
    É subserviência muita.
    E não é minha primeira discordância.
    Melhor, porém, discordar daquele em quem acreditamos.

      • Soberania se constrói com poderes econômico e militar. O Brasil não tem um nem outro, portanto, não é um país soberano. E guerras não se vencem apenas com a coragem, é preciso ter armas modernas e suficientes, coisa que o Brasil também não tem. O Brasil é colônia, sim, uma vez que sua economia é movida a capitais externos. Tudo o que é fabricado de importante no Brasil leva o logotipo de uma multinacional estrangeira. Os brasileiros precisam assumir sua verdadeira situação perante o mundo, modestíssima, e parar de arrotar valentia.

        • Conterrâneo respeito sua opinião. A minha é que o Brasil antes de ter uma base americana, precisa expulsar as 400 ONGs internacionais que estão apagando as nossas fronteiras do norte.

  3. A partir do momento que cacas sovieticos, eterrizam em um pais terrorista, comunista, que expulsa seu povo, os que nao saem morrem de fome; E que faz forte alianca com os terroristas e comunistas do Brasil, algo de errado tem… E refrescando, um emprestimo do BNDS, ao tal hugo chaves pelo entao presidente mula; o huguinho comprou muitos cacas sovieticos. (com nosso dinheiro e com risco de nos atacar). Em outras palavras, nossas forcas militares sucateadas e os vizinhos muito bem armados ???? minha mera opiniao, melhor uma bandeira dos eua que uma venezuelana. Melhor prevenir que remediar.

      • Tenho minhas dúvidas quanto à Venezuela cair tão fácil, com a China, o Irâ e a Rússia apoiando de tudo que é forma o regime do Maduro. O interesse deles não é defender Maduro, que é apenas uma marionete dos interesses dos três países. É ter uma base militar na América do Sul, para terminar o cerco aos EUA. Pelo Leste, a Rússia e os seus “aliados” da UE, “social-democratas” como a Alemanha de Merkel; pelo Oeste, a China e a Coreia do Norte; pelo Sudeste, a China, na África; e agora, o cerco se completa pelo sul, com Cuba, Nicarágua, e Venezuela (Bolivia também, mas é muito pequena neste contexto). O cerco geopolítico está se fechando.
        E não vai ser com as nossas mini forças (mal) armadas, de 350 mil homens, que vamos segurar os milhões de “socialistas” que nos cercam, mais os milhões de criminosos de esquerda que aqui dentro vivem.
        O fato é que precisamos escolher um lado, para sobreviver. Ou alguém tem a ilusão que a China vai ser desprendida e humanitária, deixando morrer de fome boa parte de seus 1 bilhão e 300 milhões de habitantes, para bancar a boazinha com o resto do mundo? Já começaram a comprar terras e empresas no Brasil.
        O jogo não é para amadores e é bom não abusarmos de pruridos “nacionalistas”, para ficarmos com as calças na mão na hora errada. O país está quebrado e o governo Bolsonaro vai penar para recuperar o país…
        Quando fiz o curso de Política e Estratégia Naval na Marinha do Brasil, nos anos 90, depois de assistir a vários oradores e debatedores defendendo causas “nacionalistas”, que na verdade eram parte da guerra cultural, eu comentei, num aparte, que o Brasil estava se comportando como um garoto rebelde que não tem competência para viver sozinho, mas exige independência. Era mais razoável se aliar com gente que nos desse uma certa segurança e independência, para poder crescer, virar um país decente e só então passar a fazer exigências de país grande.
        Como a China fez…..

        • Dominguez, se a coisa está se configurando dessa maneira acredito que está na hora de os próprios EUA fazerem um replay do anos 60, quando bloqueou os interesses da União Soviética, na ilha de Cuba. Eles tem poderio suficiente para isso sem expor outros países na linha de fogo.

          • Ninguém mais tem esse poder. A Rússia recuperou sua economia e a China hoje é a segunda economia do mundo.
            E se é de nosso interesse, temos que ajudar a pagar a conta….

  4. Falou! Melhor dizendo, falaram!
    Mas cabem algumas perguntas. O Brasil é um país realmente soberano? A soberania de um país é garantida pelos seus poderes econômico e militar. Fora disso é um papo furado igual tábua de pirulito porque o Brasil é um país pobre e militarmente fraco. Também acho desnecessário a instalação de bases militares americanas em território brasileiro, mas considero extremamente necessária uma aliança militar entre os dois países. Afinal, muitos países estão de olho grande nas riquezas brasileiras, notadamente a China que está comprando tudo o que pode no Brasil. Imaginem se um dia a China resolve considerar as terras compradas no Brasil como território chinês. Uma aliança militar com os americanos fatalmente afastaria esse perigo. É bom lembrar que a Venezuela firmou uma aliança militar com a Rússia e a Colômbia tem há décadas outra com os Estados Unidos. Os Estados Unidos mantêm bases militares em diversos países do mundo como a Alemanha, o Japão e a Coreia do Sul, além de alianças militares com Inglaterra, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e outros e nem por isso viola suas soberanias. Pelo contrário, as garante. Pensem também no seguinte: no momento atual, com a vitória de Jair Bolsonaro, o Brasil está cercado por países dominados por esquerdistas. Então, toda precaução é bem vinda.

    • Conterrâneo, eu estou de pleno acordo com uma aliança, mas discordo de assentamento de base militar em nosso território. Uma disputa bélica entre potências nucleares é suicídio mutuo, e sobraria para nós. Se for o caso vamos brigar com a Venezuela e usaremos nossa armas convencionais. Não pretendemos ser guarda chuva de uma disputa entre EUA e CHINA ou EUA Rússia.

      • Numa guerra nuclear sobra para todo mundo. Até para países de segundo e terceiro mundo, porque Rússia e China têm teorias de confronto que não admitem que algum país fique inteiro e mais poderoso que o lixo atômico em que Rússia e China vão se transformar. A ideia é simplesmente também destruir as capacidades de países menores. Algo assim como jogar umas bombas nucleares em Rio, São Paulo e Brasilia, para incapacitar o Brasil.

        • Dominguez… guerra nuclear? jamais, eles, Russia e EUA não são suicidas. Eles fazer guerra, e longe deles, tipo chuva de balas, depois vendem mais munição para as partes envolvida e assistem a carnificina de camarote. Analise o que está acontecendo na Síria, no Líbano e no Iraque. Uma bomba nuclear sobre esse países iria matar a galinha dos ovos de ouro.

  5. Ainda nao vi tampouco ouvi nada a respeito, mas acho que antes de pensarmos em base militar estrangeira temos que investir na nossa segurança interna, pois até o momento estivemos entregues à pröpria sorte e o crime organizado ganhou corpo e voz. Vimos cenas de cidadões sendo assassinados friamente por bandidos por terem a certeza de estarmos desarmados. Acredito que armar o cidadão de bem dando-lhe a oportunidade de execer o legitimo direito de defesa já seria um bom começo.

  6. Humberto de Luna Freire desta vez foi corretíssimo: uma base dos EUA no Brasil não só é desnecessária como inoportuna. Mas Humberto poderia ter ido mais longe: Uma base americana dentro do território brasileiro significaria a perda de nossa soberania como nação; uma submissão inaceitável ao império. Mas, para mim, a atitude de Bolsonaro não foi nenhuma surpresa. Afinal, ele já tinha feito várias viagens a Wall Street, onde foi bater continência à bandeira americana, e ajoelhar-se diante dos banqueiros. Além disso, um de seus filhos, eleito deputado, teve a falta de vergonha de posar para uma foto com um bonezinho na cabeça com os dizeres: “Trump 2020”.

    • Pacello, discordo totalmente de bases, não só dos EUA, em nosso território mas também de qualquer outro país. O que temos de fazer é preparar as nossas FFAA para defender nossa soberania e a nossa integridade territorial, atualmente entregue a ONGs.

  7. Humbertinho, acreditei muito que teríamos um presidente, altivo, dinâmico, transparente, mas subserviente nunca. A bandeira brasileira, jamais será vermelha, porque misturar com essa dos Estados Unidos, vermelha azul e branco.Nao Bossonaro,não me decepcione, nos meus 87 anos esperando uma limpeza de tanta sujeira no país, você apresentar essa indecente, subserviente proposta.Chega NAO BOSSONARO CHEGAMa

  8. Países muito mais democráticos e militarmente mais preparados que nós,
    como a Inglaterra e a Alemanha, entre outras nações de menor poderio
    bélico, têm alianças com os EEUU e nem por isso têm esses pruridos de
    “nacionalismo e patriotismo de fachada” que só enfraquecem aqueles que
    o adotam ou o proclamam.
    Alianças militares e de defesa fazem parte das Políticas Nacionais e só os
    ingênuos escolhem o lado errado com quem se associam em sua defesa
    nacional.

    • Mario, não sou militar mas entendo que “Aliança Militar” é uma coisa e “assentamentos de Base Militar é outra coisa totalmente diferente.

  9. Países muitíssimo mais poderosos militar e economicamente do que nós
    mantêm forças amigas em defesa de seu território.
    A Gram Bretanha e a Alemanha, por exemplo.
    Esse nacionalismo quixotesco é coisa de subdesenvolvidos.

  10. Humbertinho, estava com muitas esperanças que teríamos um presidente altivo, dinâmico, transparente, mas, nunca subserviente.Nos meus 87 anos lutei como cidadã votando, para limpar essa sujeira que nos abateu, moral, economicamente.Agora Presidente!! Não me decepcione Nossa bandeira jamais será vermelha, muito menos misturada vermelho branco e azul..NAO BOSSONARO!! Nos brasileiros jamais fugimos.da luta. NAO ACEITAMOS SUBSERVIENCIA.

  11. Meu caro doutor
    Li sua oportuna matéria sobre a eventual cessão de área de nosso território para uso militar dos EUA.
    Eu votei em Bolsonaro e votaria de novo mas, convenhamos, o cara é um trapalhão e sofre de diarréia verbal, falando coisas inoportunas que só servem para desgastar rapidamente sua imagem.
    Eu sempre soube que ele e o Mourão são duas antas, dois jegues, mas o nível de sua estupidez está muito alto.
    Ele foi paraquedista e deve alguma vez ter caído de cabeça e ficado cretino. Ou, então, a bolsa de colotomia pode estar vazando para a caixa craniana.
    Abraços
    G.

      • Com ou sem base dos EUA, a Rússia e a China terão sua base na Venezuela, se não tirarmos Maduro de lá.
        E aí, ficaremos vulneráveis a todo tipo de invasão, às claras ou infiltrações, porque as nossas FFAA foram destruídas por sucessivos governos socialistas e não se recuperarão tão cedo. Ponha uns vinte anos de governos direitos para resolver este problema.

  12. HUMBERTO

    Numa análise inicial a ideia de deixar EUA ter base no Brasil soa como
    medida antipatriótica. Mas meus conhecimentos políticos, técnicos, etc.
    são pequenos. Devem ter motivos e estratégias por trás que posso não
    imaginar. Acredito que a Rússia já é dona de ilha da Venezuela e talvez
    seja uma medida do Brasil fazer contra-peso. E na época de Lula, já
    implantando o comunismo, milhões de brasileiros estavam implorando para
    EUA intervir no Brasil. O triste da História é que dia mais dia menos os
    illuminati (comunistas) vão tomar conta dos EUA e então nós também
    teremos prejuízo por isso com os EUA. Outra coisa que muitos criticam é
    a transferência da embaixada brasileira em Israel para Jerusalém. Penso
    ser medidas correta porque finalmente o Nordeste poderá sair da lama com
    novas tecnologias israelenses. Pode-se notar que as pessoas que são
    contra a medida geralmente são de esquerda querendo que o Nordeste “se
    exploda”. O Nordeste foi sempre álibi, local fácil dos crápulas roubar
    dinheiro do Governo, prometendo fazer obras e desviando o dinheiro.
    Lauro.

    • Lauro, quanto a transferência da embaixada para Jerusalém, estou plenamente de acordo. Mas quanto a ser guarda chuva nuclear de um atrito entre os EUA e Russia, NÃO!!!

    • Michael, tenho dito para alguns leitores que deixaram seus comentário sobre a possível base americana – O Brasil antes de uma base militar precisa aniquilar as mais de 400 ONGs internacionais, que atuam no norte do país, fazendo assentamento de índios sobres ricas reservas minerais.

  13. Eeiiiiiii, pela primeira vez vou discordar de você, Humberto!!
    Acredito em alianças, e sempre com os MELHORES!
    Nunca com os piores!
    Somos subdesenvolvidos, estamos arrasados, tomados pela bandidagem, a missão do nosso Patriota Bolsonaro é árdua!
    Qual seria o problema de uma base americana aqui? Qual seria o problema de nos aliarmos pra valer com a maior Nação Democrata do Mundo?
    Sou leiga de tudo, falo com os meus feelings, já que neste blog todos podem democraticamente dar seus pitacos!
    Avante Bolsonaro, e palmas pras boas alianças entre Brasil/EEUU/Israel!!!!
    E mais…já pensou o quanto ficariam desesperados países como a Rússia,a China e o escambau???
    Fica calminho, Humberto…
    vai dar tudo certo!

    • Anita, respeito todas as opiniões mesmo que vá de encontro à minha. Também acredito em alianças e que para tal sejam escolhidos os melhores. Porém na minha opinião a nossa atual prioridade não é base militar. Temos um fronteira Norte totalmente apagada por ONGs internacionais que se encarregam de fazer assentamentos indígenas sobre nossas maiores riquezas minerais. Temos portanto que aniquilar essa organizações ditas protetora de “povos indígenas”. Aliás eu não conheço “povos indígenas”, eu conheço povo brasileiro. Eu sou ‘jipeiro” e hoje posso me dar ao luxo de durante três meses ao ano siar por aí. Dos mais de 5.600 municípios brasileiro já transitei por pelo meno 4.000 deles e qual não foi minha surpresa quando tive que pagar pedágio para índio quando estava a 120 km de Boa Vista e ter determinado a hora que deveria chegar na capital, afinal eu estava atravessando terras indígenas. Nossas fronteiras norte foram apagadas e isso sim é risco a nossa integridade territorial.

  14. Brother LUNA,

    Está nos arroubos inaugural do seu Governo.
    Apenas tem a carta de Capitão. Não tem o preparo de um oficial de EM, passado na Escola de Comando e Em do EB, que prepara para o exercício objetivo, técnico, prudente , estratégico e moderado do poder, ensejando o acesso a Oficial General.
    Ainda,vamos ouvir muitas impropriedades, perturbará seu Sttaf e não consegue mandar os filhos se calarem.
    OREMOS e aguardemos o balanço dos 100 dias em abril.
    Mantenha o entusiasmo, sucesso no Ano Novo.
    Abs,
    Sucupira

    • Meu caro Ney, respeito a opinião de todos, mas continuo achando que o maior risco para o Brasil são as mais de 400 ONGs apagando nossa fonteira Norte.

  15. DR HUMBERTO

    TALVEZ NÃO SAIBA QUE OS RUSSOS ESTÃO INSTALANDO UMA BASE MILITAR NUMA ILHA VENEZUELANA DE NOME ESQUISITO E DE LÁ COM SEUS MÍSSEIS PODERÁ ATINGIR BOA PARTE DO NOSSO TERRITÓRIO .

    APESAR DE TAMBÉM NÃO GOSTAR , ENTENDO QUE ESSA BASE AMERICANA SERIA UM CONTRAPONTO A BASE RUSSA .

    TENDO EM VISTA QUE O NOSSO PODER DE FOGO NÃO DÁ NEM PARA A LARGADA FRENTE AO RUSSO

    LUIZ R B PIRES

    • Caro Luiz Roberto, tenho conhecimento dessa base Russa, mas continuo achando que a maior ameça para os nosso país são as mais de 400 ONGs, que atuam no Norte, apagando as nossas fronteiras e fazendo assentamento de povos indígenas sobra ricas reservas minerais. Aliás eu desconheço “povos indígenas” eu conheço povo brasileiro.

  16. Caro Lúcio
    Excelente a sua resposta ao senhor Luna Freire.
    Cabia também lembrar que já cedemos as nossas bases aéreas em Natal e Fernando de Noronha aos EUA e quando pedimos de volta para a FAB ,eles as devolveram com todas as benfeitorias.
    Como dizia minha mãe, quem constrói no terreno alheio perde o dinheiro e a casa.
    Abraço amigo
    Lustoza

    • Caro Lustoza, li seu comentário a respeito de minha posição, e sobre ele tenho a lhe dizer o seguinte: palavras de um ex combatente da II Guerra mundial, meu falecido pai – “Transportar para os Estados Unidos os equipamentos instalados e armazenados na base aérea de Parnamirim, Rio Grande do Norte custaria cinco vezes mais” que o valor original.

  17. Amigos
    Concordo com o Lúcio, sempre apreciei as ideias desse escritor, entretanto, queria acrescentar os seguintes detalhes nesse debate:
    Servi na Base Naval de Recife, por volta do ano de 1967, e fiquei impressionado com a quantidade de material, deixado pelos Americanos, que originalmente, ocuparam aquele local, eram grandes armazéns, tipo cais do porto, cheios de matéria prima para reparos de navios, tubos de metal, chapas de de aço, soldas etc… havia um ramal ferroviário desativado passando dentro da base!
    Quando a Marinha desativou aquela unidade, por razões orçamentárias, para a retirada do material dos paióis, foi necessário reativar aquele ramal ferroviário, tal era a quantidade de itens pesados fazendo parte acervo da unidade! Eu ficava pensando: este material todo, está aqui a mais de 20 anos, imagine o que existia, durante a guerra!
    Mas isto é apenas “história”, no que se refere a Base Americana, há um forte componente ideológico na discussão, existe um remanescente daquela propaganda anti americana, “abaixo o imperialismo yankee”!
    Se eu fosse o Trump, escolheria um local, no Brasil, que fosse mais estratégico, para os interesses americanos, e na minha opinião, este local seria a ilha de Fernando de Noronha!
    Qual o problema de uma Base naquela ilha distante do litoral? Aliás já teve uma no passado! Para os americanos, tem uma vantagem adicional, os militares podem andar fardados nas ruas, sem grandes ameaças de serem assassinados por esquerdopatas, ou a soldos deles!
    É bom lembrar que nossos militares tem recomendação (talvez até proibição) de andarem fardados nas ruas! Os americanos, teriam que adotar idêntico procedimento, pelas mesmas razões!
    Mas nos primeiros anos, pós 64, os praças eram obrigados a saírem fardados das OMs, havia até uma inspeção para verificar o apuro nos uniformes!
    Os tempos mudaram, mas o ranço continua!
    A lembrança da “Ditadura” é invocada a todo instante, intensificando na época da última eleição, e isto, repetido de forma continuada, ao longo dos anos, acaba adquirindo a força de uma verdade absoluta, influenciando as pessoas, que acabam fazendo um “link” entre aquele regime e tudo que esteja ligado aos EE UU, de modo que uma base deles, em território nacional, sempre provoca uma certa rejeição! Por isto não acredito que esta proposta venha ser concretizada! Mas é uma mera suposição!

    • Caro Canavarro, a minha posição quanto a instalação de uma base militar dos EUA não tema nada a ver com propaganda anti americana, “abaixo o imperialismo yankee”!. Nada tenho contra os EEUU tanto é que já estive lá três vezes, e entre fazer um turismo na Europa e na America do Norte eu ainda prefiro a América. Me atenho a prioridades porque o que hoje ameaça nossa integridade territorial são as centenas de ONGs internacionais que atuam na região norte apagando as nossas fronteira e as transformando em territórios indígenas curiosamente todos assentados sobre ricas reservas minerais.

    • Sim Carlos, tivemos uma base americana, Parnamirim. Mas o Brasil estava envolvido em uma guerra, meu falecido pai inclusive, um ex-combatente. Hoje nossa prioridade é outra, ou seja, pulverizar as centenas de ONGs internacionais que estão loteando a região norte entre índios e apagando as nossa fronteira.

  18. 20 anos de esquerda nos deixaram totalmente desguarnecidos. Em um dia a força aérea venezuelana dizimaria a nossa. Levaremos muito tempo para nós aparelharmos devidamente. Apoio militar americano sem bases em nosso país é muito difícil!
    Acho uma boa ideia ficarmos armados contra a esquerda continental da América Latina!
    P

    • Sérgio, mais perigoso para o Brasil do que a força aérea venezuelana, é a silenciosa ação de mais de 400 ONGs internacionais, loteando a região Norte entre índios, impedindo a exploração das nossas ricas jazidas minerais e apagando as nossas fronteiras.

      • caro Humberto preocupo-me com ambas as coisas, a segurança continental sobre a qual estamos totalmente desguarnecidos e a questão das ONGS.
        Há alguns anos atrás, num consultorio médico, conversamos com uma pessoa que vinha de Rondonia e ele nos contou que fazendeiros arrozeiros foram expulsos de suas terras que foram dadas aos indios e a entrada nas mesmas era vedada à maioria dos brasileiros.

        • Sergio, agora há pouco respondi o seguinte para um comentário e vou transcrever para você: na minha opinião a nossa atual prioridade não é base militar. Temos um fronteira Norte totalmente apagada por ONGs internacionais que se encarregam de fazer assentamentos indígenas sobre nossas maiores riquezas minerais. Temos portanto que aniquilar essa organizações ditas protetora de “povos indígenas”. Aliás eu não conheço “povos indígenas”, eu conheço povo brasileiro. Eu sou ‘jipeiro” e hoje posso me dar ao luxo de durante três meses ao ano siar por aí. Dos mais de 5.600 municípios brasileiro já transitei por pelo meno 4.000 deles e qual não foi minha surpresa quando tive que pagar pedágio (o mais caro do mundo) para índio quando estava a 120 km de Boa Vista e ter, determinado por eles, a hora que eu deveria chegar na capital, afinal eu estava atravessando terras indígenas. Nossas fronteiras norte foram apagadas e isso sim é risco a nossa integridade territorial e até soberania.

  19. Concordo com você, Humberto. Por mais que eu admire os Estados Unidos, sua importância na consolidação da democracia no século XX, tanto pela sua participação decisiva nos últimos anos da Primeira Guerra Mundial, mais precisamente na França, quando ajudou a derrotar as tropas alemãs, que se voltaram pesadamente em direção ao front ocidental, após a assinatura do tratado Brest-Litovsk, quanto na Segunda Guerra Mundial, ocasião em que lutou em dois teatros de guerra: Europa e Pacífico, na luta contra regimes claramente totalitários, não vejo necessidade de ser criada uma base americana em terras brasileiras. Acho que Bolsonaro ficou empolgado com as conversas que teve com John Bolton e Mike Pompeo, e soltou essa declaração. O Brasil tem uma larga tradição de cooperação com os Estados Unidos, sendo a mais importante delas na Segunda Guerra Mundial, quando os 25 mil pracinhas da FEB lutaram na Itália sob o comando do V Exército Americano, do General Mark Clark. Mais interessante seria se o Brasil capacitasse melhor seu dispositivo militar, de forma a guardar melhor nossas fronteiras, hoje um verdadeiro queijo Emental a permitir a passagem de grandes volumes de droga da Bolívia e Paraguai. podendo contar com

    • Abel, acabei de responder a um leitor o seguinte: atualmente o que mais ameaça a nossa soberania e integridade territorial é a silenciosa ação de mais de 400 ONGs internacionais, loteando a região Norte entre índios, impedindo a exploração das nossas ricas jazidas minerais e apagando as nossas fronteiras. Acho que a criação de base militar no momento não deve ser prioridade. Em tempo:por falar em Brest-Litovsk te digo que conheço essa cidadezinha, hoje pertencente a Bielo Russia, quase na divisa com a Polônia. Eu havia saído de Moscou em direção à Polônia e em seguida Alemanha, passei por Smolensk hoje ainda pertencente a Russia, cidade que foi arrasada pelas tropas nazistas dirigindo-se a Moscou e depois Minsk, capital da atual Bielo Russia.

      • Humberto, com a queda da monarquia russa, em 1917, os bolcheviques resolveram fazer um tratado com os alemães, pondo fim ao conflito mundial na frente oriental. Com isso, todo o efetivo militar alemão que tentava vencer a Rússia foi redirecionado à França e Bélgica, na frente ocidental, no combate às já exaustas tropas inglesas e francesas, após 4 anos de refregas sangrentas. Os alemães só não tiveram sucesso porque mais de 700.000 soldados americanos recém-chegados dos Estados Unidos, se juntaram aos ingleses e franceses, dando o suporte decisivo para a derrota final alemã. Sem contar que outros mais de dois milhões de soldados americanos já tinham sido mobilizados para o conflito. Eu não conheço a Rússia, Humberto, porém acabei de assistir a um ótimo documentário na Netflix, sobre a vida de Trotsky. Recomento.

        • Abel, não tenho dúvidas, os americanos tem sido sempre um defensor da democracia em todo o mundo. Abel, na sua próxima viagem escolha a Rússia, vale a pena conhecer. Circulei (por terra), no país, por 30 dias, desde a entrada pelo extremo norte, na pequena cidade de Viborg, fronteira com a Finlândia, até a saída pela cidade de Brest-Litovski na fronteira com a Polônia.

          • Humberto, nós temos um grupo de apreciadores de vinho que costuma viajar junto nos meses de maio. Neste ano já decidimos ir à São Francisco e Napa Valley. Mas vou seguir sua sugestão e propor a Rússia no ano que vem.

          • Abel,vale a pena conhecer a Rússia, arquitetura, monumentos, museus, principalmente o Hermitage em São Petersburgo‎. O Louvre perto de Hermitage parece brincadeira. Ainda na proximidade de São Petersburgo tem o lindo palácio de verão de Nicolau I e da sua família. Em Moscou visitei a Praça Vermelha, entrei no Kremlin, visitei o tumulo de Lenin expondo seu corpo embalsamado, a catedral de São Basílio, a galeria GUM, depois fui ao teatro Bolshoi, vala a pena; enfim, É A HISTÓRIA AO VIVO.

    • O debate está muito útil, esclarecedor, muito bem estruturado em fundamentos lógicos e estratégicos, e é nesse contexto que me animo em apresentar um argumento a mais em favor da tese da rejeição de uma base militar americana em nosso território, que é o poder militar norte-americano de alcance intercontinental, capaz de ser usado em defesa do nosso território diante de ameaças do poder comunista. Portanto, boas relações com os EUA, como temos, e a imperiosa necessidade de resguardar nossas democracias, são motivos mais que suficientes para termos o precioso aliado, enquanto elevamos nossa capacidade militar de autodefesa ao longo do tempo.

      • Martins, sou a favor da intensificação das relações comercias, diplomáticas, culturais, turísticas e também, a médio prazo, de um tratado militar, mas não concordo muito com instalação de uma base.

  20. Caro Dr. Humberto Luna Freire

    Não é de hoje que tenho a satisfação de ler e repercutir o Falando de Brasil junto à família e correspondentes, sinal de apreço, mas dessa vez tenho de discordar.
    Espaço territorial: o Brasil é grande demais. Uma Base aérea americana medindo (fora a pista) 1,5 x 1,5 km não ocuparia mais do que 0,0000264189% do território, mas em termos de poder militar aéreo poderia sediar mais aviões de combate, reconhecimento e transporte aéreo do que o da nossa Força Aérea multiplicada muitas vezes, ou do que o de uma força tarefa aeronaval americana com somente um porta-aviões atômico. E eles tem uma meia dúzia e outros tantos submarinos.
    Ganho econômico para os Estados-Unidos: enorme porque o custo da construção e da manutenção de uma base terrestre é muitas vezes menor do que o de uma esquadra fundeada em nossas águas territoriais.
    Ganho econômico para Brasil: enorme! 12 anos após o fim da 2a. GM servi na Base Aérea de Natal situada em Parnamirim, distante 20 km da capital, percorridos por uma boa estrada asfaltada construída pelos americanos. O reflexo sobre a economia local tinha sido muito grande, segundo o que era sabido e pude observar. Os americanos alojavam 20.000 homens na Base. Essa gente consumia em Natal.
    Ganho político para os EUA: nem é preciso falar!
    Ganho político para o Brasil: dá para imaginar aviões venezuelanos bombardeando Manaus ou Brasília, se a superioridade aérea sobre essas áreas fosse norte-americana?
    A soberania nacional: os Estados-Unidos mantem bases em todo o mundo livre. A Coreia do Sul, Japão, Turquia, Alemanha, Reino Unido, Holanda, França, Espanha, Itália, Albânia, Arábia e Kuait perderam a soberania? E a Guiana, Colômbia, Equador, Peru e Paraguai também perderam?
    Caro Humberto
    Chega a ser cediço dizer que sempre haverá um Exército no seu território: o seu ou o de outrem.
    Talvez se pudéssemos dispor de uns 500 bilhões de dólares, teríamos as nossas FFAA em todo o Brasil.
    Como para manter todo o necessário gigantismo do nosso serviço público ainda nos faltam 160 bilhões de reais, algo como 40 bilhões de dólares, onde iremos conseguir os outros 460?
    Menos nacionalismo ideológico juvenil e mais “cair na real” não fazem mal a ninguém!
    O nosso amigo é apenas um capitão, mas é um capitão com visão de estadista!
    Se fosse míope não teria ganho a eleição.
    Abraços

    Lúcio Wandeck

    • Lucio, respeito todas as opiniões. Mas eu vejo com prioridade não uma base militar mas sim a pulverização das quatro centenas de ONGs internacionais, que silenciosamente loteiam a região Norte entre índios, mapeiam as nossas jazidas minerais e apagam as nossas fronteiras. Uma ameaça a nossa integridade territorial.

  21. Aguardemos, ONGs sofrerão um martírio. Logo teremos um documento integrado das Agências para a tomada de decisões do atual governante.
    Necessitamos de muito paciência até os cem dias em abril.
    A recém nomeada Sra ARAUJO deixou o IBAMA, a instituição que tem subterrâneos favorecendo ONGs e máfia ambiental naquela área, principalmente.
    Abs, Oremos !
    NS

  22. Prezado Amigo,

    Não há uma guerra declarada.
    Isso realmente não há.
    Mas o MUNDO TODO está fragmentado em duas ideologias opostas: DIREITA E ESQUERDA.
    O Brasil nesse momento histórico está à direita.
    Estados Unidos, Israel, Brasil.
    Do outro lado Venezuela, China, Rússia.
    Somos somente parte do jogo, somos somente coadjuvantes de um script pronto dentro de uma Agenda Global de Poder.
    Não foram as urnas que alijaram o pe(s)tismo.
    Não foram as urnas que assentaram o bolsonarismo.

    Abraço

    • Aristides, não sou contra uma aliança militar com os EUA, só acho que o momento não é oportuno. A principio poderíamos declarar uma guerra usando nossa próprias aramas que para isso seriam suficientes. Trata-se de pulverizar as mais de 400 ONGs internacionais que estão loteando a região Norte entre índios, impedindo a exploração de nossa ricas jazidas minerais e apagando as nossas fronteiras.

  23. Humberto, o que precisamos é de empresas genuinamente nacionais para competir em pé de igualdade com as estrangeiras, que remetem lucros para seus países de origem, aumentando cada dia mais a defasagem tecnológica. É disso que precisamos. É desse tipo de nacionalismo que precisamos. Mas como nessa área não temos a mínima chance de competir, ficam enxergando problemas nebulosos como esse da criação de uma base americana em solo brasileiro. Pergunte ao pessoal que mora na região o que eles acham disso! Com certeza aprovam, pois empregos serão criados e suas famílias beneficiadas.
    Menos Humberto, menos!
    Um abraço,
    Hermínio.

    • Hermínio, eu nem preciso perguntar para alguém da área, eu conheço o “pedaço”, sou jipeiro e até já paguei pedágio para índio (o mais caro do mundo) nas proximidades de Boa Vista, e tive meu direito de ir e vir com hora marcada pelos donos na “nova república”

  24. Prezado Dr. LUNA.
    Também achei e estou achandoestranho essa declaração de Bolsonaro.
    Vou investigar para ver o que está por trás dessa colocação. Também não concordo com essa posição.

    Antonio Celente Videira

    • Caro Videira, nada contra os EUA, mas acho que agora a prioridade é outra, ou seja destruir as ONGs internacionais que estão loteando a região Norte entre índios, impedindo a exploração de nossas jazidas minerais e apagando as nossas fronteiras.

  25. Prezado Senhor, Dr. Humberto Luna Freire.
    Tenho lido a maioria de seus artigos, aos quais sempre admirei pela sua coragem e patriotismo, batendo duramente nos esquerdopatas.
    Venho informá-lo, de que conheço nossa querida Amazônia e, parte dos indígenas das 216 etnias, como poucos. Quero lembra-lo de que não são 400 ONGs estrangeiras na Amazônia.
    Está estimado e comprovado, a estupidez de 100.000 (cem mil) ONGs, entre estrangeiras e traidoras brasileiras, a nos grilar nada menos que 13% (1.105.000) um milhão, cento e cinco mil quilômetros quadrados de nosso território amazônico mais rico. Onde há índio, há minério.
    Somos a galinha dos ovos de ouro que os países hegemônicos cobiçam.
    Desde Collor, FHC, mais esses 14 anos de desastrado governo Petista, incluindo Michel Temer, firmaram vários acordos com a China, entregando até nosso “Nióbio” de Catalão – GO, vendido pela Dilma por US$ 1.500.000.000 (um bilhão e quinhentos milhões de dólares).
    Que seria de nós, Dr. Humberto, se a Hilary Clinton, houvesse sido eleita Presidente dos Estados Unidos, com Obama de “presidentro” como foi o Lula com a Dilma?
    O Presidente Donald Trump (inimigo mortal dos comunistas), foi o maior cabo eleitoral do Jair Bolsonaro. Que seria de nossa Pátria, invadida como está, por cubanos, venezuelanos, haitianos, terroristas de toda espécie, se o Bolsonaro tivesse perdido as eleições?
    Sem o Presidente Trump nos estados Unidos e, Jair Bolnaro no Brasil, já estaríamos escravizados pelos comunistas com Lula na Presidência.
    Tump declarou guerra ao comunismo em todo o mundo. Tornamo-nos seus aliados, parceiros em tudo, inclusive e principalmente na área militar, por extrema necessidade. Já estávamos na mão dos comunistas, antes da eleição de Bolsonaro. Portanto, é justo e necessário, que eles instalem o quanto antes uma base militar em nosso país. Pelo menos por enquanto, temos essa necessidade, até que nossas Forças Armadas se recuperarem de mais de trinta anos de traições sofridas com sucateamento, contingenciamento de verbas, cortes nos orçamentos militares pelos governos comunistas. Sem eles, (Trump e Bolsonaro), perderíamos fatalmente nossa Amazônia e, por consequência nossa soberania..
    Estaríamos sempre correndo risco de sermos atacados e dominados pela Rússia e pela China. Nossa amazônia é muito rica e cobiçada.
    Queira desculpar-me Dr. Humberto. Respeito seu ponto de vista, pelo patriota que é. Todavia, acredite, Bolsonaro sabe o que está fazendo. Jamais seremos colonia dos Estados Unidos.
    Meu abraço.
    Luiz José Mendonça.
    Escritor, ex-piloto da grande selva amazônia, tendo nela voado durante quatro décadas, em mais de 20.000 horas..
    luizjmendonca@gmail.com

    • Meu caro Mendonça, nada contar os EUA, já estive lá três vezes, gosto muito e admiro aquele povo. Só acho que o anuncio de uma base militar no memento não seria prioridade e serviria de munição para os esquerdopatas que junto com a imprensa podre que temos, gerar mais criticas ao governo. Veja o que está acontecendo com uma simples declaração (força de expressão) dada pela ministra Damares. As quadrilhas que hoje loteiam a Amazônia poderá ser combatida com as arma que atualmente possuímos. E só uma questão de determinação.

  26. Caro Luna Freire
    Grato pela sua informação,desconhecia,ninguém recebe nada de graça,e quando a esmola é muita, o pobre desconfia.
    forte abraço,Lustoza

    • Pois é Lustoza, nada tenho contra os norte americanos, gosto daquele povo. Mas no caso de Parnamirim eles mataram dois coelhos com uma só cajadada ao deixar todo o equipamento e material não utilizado nas operações de guerra. Agradaram os brasileiros e se livraram de um tremendo gasto para repatriar o material.

  27. …. as ONGs.. o que fará o novo governo? Pets, direita/esquerda, ONGs, são doenças do nosso momento histórico. Não são um câncer, que é um parasita burro que mata o hospedeiro, mas é um diabetes, com a qual aprende-se conviver …

  28. Olá primo,
    Acredito que o nosso Presidente sabe o que está fazendo… se o colocamos lá, temos que apoiá-lo em tudo. Não vejo mal nenhum em termos uma base militar americana em solo brasileiro, como muitos aqui disseram, muitos países tem tb e nem por isso perderam sua soberania. Quanto as ONGs, tenho certeza que Bolsonaro está atento a tudo que acontece na Amazônia e acredito que isso será uma de suas prioridades, combater aquela safadeza que existe lá.
    Vamos confiar, Bolsonaro e os militares sabem o que estão fazendo. Temos que combater e afastar o comunismo que assola o nosso país, olha como o Ceará está. Todo apoio da direita, ao nosso país, será bem vindo. O Brasil está muito atrasado e nosso exército sucateado, com certeza uma base militar americana aqui, o nosso exército saberá tirar muito proveito.
    Vamos acreditar e confiar no nosso Presidente, ele agora precisa mais do que nunca do apoio de todos que o elegeram. Eu confio e eu acredito!
    Boa semana pra vc. Bjssss

    • Prima, também acredito nele, desde antes da eleição, por esse motivo votei nele e o ajudei na campanha da maneira que pude, convencimentos e muito tempo nas redes sociais. Porém isso não significa que estarei concordando com toda e qualquer medida tomada. No caso da instalação de uma base americana no Brasil eu não gostaria. Nada contra o povo americano, pelo contrário, o admiro bastante, tanto é que já estive lá nos EEUU 3 vezes e pretendo ir outras vezes. As nossas prioridades de momento são outras. Sem dúvida, uma maior aproximação comercial, diplomática, cultural, turística, seria excelente para nós e quem sabe, a médio prazo, um tratado militar. Não vamos criar foco de tensão na América do Sul, assim logo a Rússia instala uma base na Venezuela outra no Equador; a China instala uma na Bolívia e em caso de conflito estaremos no fogo cruzado, enquanto eles venderiam armas para as suas respectivas facções. Você deve saber o que hoje acontece no Oriente Médio, principalmente na Síria, no Líbano, no Iraque e agora também chegando às portas da Turquia. Isso tudo após os donos do mundo instalarem as suas base militares nos países que acabei de citar. A América do Sul nunca viu guerra, apenas um confronto entre o cavalo de Caxias e o cavalo de Solano Lopes. Vamos ajudar a manter o continente Sul Americano longe de tudo isso. EM TEMPO: nossa maior ameaça são as ONGs internacionais que estão loteando a região Norte e apagando as fronteiras. Isso nos podemos resolver sem bases militares estrangeiras.

  29. … sempre estiveram.
    Veja por exemplo os greenpeace da vida …
    Mas eles são “politicamente corretos” e todos, menos aqueles que pensam,
    apoiam toda essa fraude …
    As ONGs são os tentáculos da Nova Ordem, muito mais poderosas do que o próprio governo do país que invadem.
    Tudo tem um propósito.
    O Brasil, por exemplo, como tantos outros, não passam de um povo barato que vive em um espaço de commodities caras.
    Veja o que fazem com a África.
    No entendimento da Nova Ordem, se todo esse poviléu virasse pó, dariam mais lucro.
    As ONGs ajudam muito nisso.
    São, como argumentei, uma diabetes.
    Não um câncer.
    Pelo menos por enquanto.

    • Aristides, eu não conheço nenhuma ONG, ou pelo menos tenho noticia, que apenas uma, atue no Nordeste brasileiro. Lá sim o sertanejo precisa de ajuda, morrem de sede e de fome. Não tenho conhecimento que no Norte do pais tenha índio morrendo de fome ou de sede.

  30. Humberto, Aderval e amigos, concordo integralmente com a opinião do Humberto, absolutamente nada justifica uma base militar estrangeira no solo brasileiro e acrescento, a fusão ou venda de parte da nossa Embraer para Boeing a única a ganhar será essa empresa controlada pelo governo dos Estados Unidos; a Embraer se tornou uma potência industrial sem auxilio externo, a maioria dos eleitores do Bolsonaro na qual me incluo, o elegeram pela excepcional equipe formada, essa dependência é altamente perigosa e descabida. O que temos urgência é imitar a França e criar uma força de dissuasão nuclear imediatamente. A nossa meta é Brasil potência, temos tudo a nossa disposição para implementar tal política sem dependência externa, somos capazes de fazer acontecer e chega da mentalidade vira latas de alguns.
    BRASIL POTÊNCIA JÁ,
    Amaro

    • Amaro, li seu comentário e concordo com seu pensamente. Isso é possível com o país governado por cidadãos e não por ladrões como aconteceu nos últimos 14 anos.

  31. Caro Humberto,

    Curto e grosso, se tem na Alemanha há muito tempo, e eu vi com meus próprios olhos, e deve ser bom para eles, por que não para o Brasil?

    Um abraço

    Eduardo Módolo

    • Caro Eduardo, também conheço essa base, passei defronte aos portões. Saiba porém que a Alemanha foi foco das duas maiores guerras que a humanidade já sofreu com mais de 100 milhões de mortos, inclusive 60 milhões de civis. A America do Sul sempre esteve longe desses teatros de operações. Salvo algumas frieiras nos pés de brasileiro e paraguaios por terem pisado no cocô dos cavalos de Caxias e de Solano Lopes.

  32. DR HUMBERTO

    SE FORMOS ELENCAR TODAS AS NOSSAS MAZELAS , ESSAS DAS ONGS É MAIS UMA ENTRE TANTAS , CONSUMIRÍAMOS BARRIS E BARRIS DE CHOPP .

    SOBERANIA É ALGO QUE NÃO TEMOS DESDE A VINDA DE D. JOÃO VI , GUSTAVO BARROSO NOS BRINDOU COM O SEU – BRASIL COLONIA DE BANQUEIROS –

    E A BASE RUSSA ME PREOCUPA PORQUE DESSA ILHA VENEZUELANA TODA CEDIDA AOS RUSSOS , ELES EM NÃO MAIS DE DOIS OU TRÊS DIAS PODERIAM DESTRUIR TODA A NOSSA INFRAESTRUTURA , PELO MENOS ATÉ ITAIPU . NÃO TEMOS EQUIPAMENTOS E NEM MÍSSEIS QUE POSSAM DETER O PODER DE FOGO RUSSO .

    TAMBÉM NÃO GOSTO , MAS UMA BASE AMERICANA EQUIPADA , PODERIA NOS AJUDAR . (HOJE OUVI NA JOVEM PAN QUE O GOVERNO DESCARTOU ESSA POSSIBILIDADE )

    O ESTRAGO MAIOR NOSSOS PATRÍCIOS JÁ FIZERAM , UMA RECONSTRUÇÃO FEITA SERIAMENTE , SÓ NO SISTEMA EDUCACIONAL E NA MÍDIA , LEVARÁ NÃO MENOS DO QUE 50 ANOS PARA SER FEITA , PARA NÃO FALAR NA RECUPERAÇÃO DA NOSSA CADEIA DE PRODUÇÃO OU REMONTAGEM DE NOSSA MICROECONOMIA .

    ENFIM , VAMOS CONTINUAR EM NOSSAS TRINCHEIRAS , VOCÊ EM SEU BRILHANTE BLOG E EU NA REDES SOCIAIS LUTANDO PELO NOSSO PAÍS. SEM FALAR QUE OS MEUS ESTILINGUES ESTÃO ENGRAXADOS E OS SACOS DE MAMONA E BOLINHAS DE GUDE PRONTOS PARA A BATALHA .

    UM GRANDE ABRAÇO .
    LUIZ R B PIRES

    • Caro Luiz Roberto, se realmente a Russia quer e vai construir uma base na Venezuela que os EUA cuidem disso, não nos leve para a linha de fogo. Já impediram que a extinta União Soviética construísse uma base em Cuba nos anos 60. Que façam o mesmo na Venezuela. Na minha opinião o melhor que o Brasil poderia fazer é tentar desestruturar a ditadura de Maduro.

  33. Já se sabe que não haverá base estrangeira em nosso território.
    A noticia publicada está distorcida; refere-se somente em caso de sermos aliados numa guerra. GF

    • Caro Coronel Fregapani, votei em Bolsonro, ajudei no que pude nas redes sociais, e em contatos de convencimentos, mas discordo quanto a possibilidade de termos em nosso território bases estrangeiras, seja de quem for. Não resta duvidas que temos ao nosso lado uma ditadura comunista, aliás, diga-se de passagem financiada pela quadrilha que dominou o país por 14 anos, usando nossos dinheiro através do BNDES. A essa altura eu até aceito que o governo atual possa também usar o BNDES para financiar a contra-ditadura.

  34. Caro Dr. Luna Freire
    Eu também discordo, e me oporia ferozmente e no primeiro momento fiquei indignado.
    Felizmente as notícias estavam distorcidas . Pelo menos eu estou convencido disto.
    Com toda consideração. GF

    • Caro Coronel, obrigado pelo retorno. Sou da área da saúde e esperava ouvir a posição de que é da área militar. Acredito que não precisamos de bases militares estrangeiras, seja de qual país for. Precisamo é de um governo sério que não nos roube e que, muito em breve, inicie a pulverização dessa infinidade de ONGs que estão loteando a região Norte do país e apagando as nossas fronteiras.

    • Coronel, é gratificante ouvir isso depois de ver, por 14 anos, o nosso pais metido em um mar de lama. A partir de agora podermos ter: moral, soberania, integridade territorial e “cabeça erguida”.

  35. As benfeitorias eventualmente realizadas em imóvel alheio incorporam-se ao patrimônio do proprietário (locador), de acordo com o que prescreve o Código Civil.

    Ou seja, se alguém (PF ou PJ) aluga um imóvel e quer adaptá-lo às suas necessidades, precisa ter aprovação do proprietário. Por ocasião da entrega do imóvel, as benfeitorias realizadas não podem ser retiradas pois foram automaticamente incorporadas ao patrimônio do mesmo. Caso o Locatário seja PJ a contabilidade registrará as benfeitorias como custo, e, não, como investimento pois a apropriação será feita pelo Locador e não pelo Locatário.

    A devolução das bases aéreas de Natal, com todas benfeitorias, ao que tudo indica foi realizada em obediência a esse princípio do Código Civil da época (mantido no atual Código Civil), que deve ter sido incluído no Tratado Brasil/EUA celebrado ad hoc.

    Perfeita explicação do Lúcio. Creio que eventual autorização para a instalação de bases militares americanas no Brasil pelo governo Bolsonaro, nacionalista, honesto e cientificamente organizado serão calcadas em função dos fatores citados pelo Lúcio: Espaço territorial, Ganho econômico para os Estados-Unidos, Ganho econômico para Brasil e A soberania nacional.

    Batalha

    P S – há pouco foi noticiado que o governo não autorizou a instalação das bases militares americanas no Brasil.

    • Caro Batalha, quero apenas dar enfoque para a militarização da região. Quanto ao material deixado pelo EUA na base aérea de Parnamirim seria sem duvida a melhor saída para eles. O custo de repatriamento desse material seria muitas vezes superior ao seu valor.

  36. Caro Humberto,

    Nao entendo nada deste assunto, muito especifico e que abrange nossa soberania portanto, arrisco-me a dizer-e que temos muitas coisas mais urgentes e sérias a resolver neste novo governo, onde o principal é acabar com a corrupção desvairada dos governos petistas e arrumar a casa depois do desastroso governo esquerdista. Além de ser um assunto a ser debatido pelo nosso Congresso, entre outras personalidades militares da área e nosso chanceler da área internacional. Nao temos pressa para debater este assunto, acredito um tanto polêmico e no momento desnecessário…. Um abraço

  37. Prezado Dr. Humberto

    Recebi sua resposta sobre a base americana no Brasil e concordei plenamente e parece que tudo acabou sem legitimidade.
    Quero aproveitar a oportunidade para dizer que tenho o maior respeito pela sua pessoa e a coragem com que tem feito comentários pesados mas absolutamente verdadeiros, sobre o desastroso P.T. e a bandidagem que integra esse partido. Creio firmemente de que, com a vitória do Presidente Bolsonaro estaremos livres para sempre dessa corja de estelionatários que tanto mal causaram ao Brasil e ao povo brasileiro durante 14 anos.

    Atenciosamente,

    Eduardo Módolo

    • Eduardo, a curto prazo vejo outras prioridades para o Brasil ao contrário de uma base militar. A médio prazo… quem sabe, uma acordo militar com os EUA seria aceitável.

  38. Um acordo militar com os EEUU será muito bem-vindo. Nas atuais circunstâncias,
    porém, uma base militar geraria muita polêmica e não seria nada oportuna…
    Quanto às ONGs (que ‘dizem’ beneficiar os índios), URGE extirpá-las do nosso território, antes que seja tarde demais ! Isso é PRIORITÁRIO !!!

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