VEJAM PARA QUE SERVE O GRUPO “GLOBOLIXO”

Por Humberto de Luna Freire Filho

GAROTO PROPAGANDA DA MACONHAResultado de imagem para IMAGEM PARA NELSON MOTTA O MACONHEIROIMAGEM: O Globo

PRINCIPAL VEÍCULO PUBLICITÁRIO DA MACONHAResultado de imagem para LOGOTIPO DO jornal GLOBO - MACONHAIMAGEM: Sechat

O jornalista Nelson Motta em entrevista ao jornal O Globo divulgada neste sábado disse que tem o hábito de fumar maconha diariamente há mais de 50 anos. Mais uma verdadeira obra prima da podre mídia nacional. Uma lição para a juventude brasileira. Vejam o relato do maconheiro.

“Tenho uma memória incrível, não sei por quê. Fumo maconha todos os dias, há 55 anos. Talvez seja por ter começado tarde, ali com uns 20 anos. Dizem que quando se começa cedo é que afeta os neurônios. Meu pai falava que eu era a prova viva desse mito. É bom preservar isso, né ? À medida que as pessoas vão envelhecendo, o HD vai enchendo”, disse Motta”

Esse crápula tem todo direito de fazer o que quiser em sua vida suja, e já que não tem respeito pela sua própria família, precisa respeitar a sociedade. Não só ele, mas também essa empresa falida que está ao lado de tudo o que não presta desde que lhe dê retorno. Acredito que o redator chefe e o jornalista desse lixo chamado de Jornal Globo já começaram a receber elogios e talvez o pagamento de traficantes pela excelente publicidade de um de  seus produtos.

Vou arriscar um palpite dando uma “dica” a esse veículo de publicidade: a cocaína é bem mas cara, portanto,muito mais lucrativa para os traficantes do que a maconha. Em vista disso sugiro que o jornaleco agora faça uma longa entrevista com Walter Casagrande, um exímio cheirador. Assim estará agradando todos os empresários do setor e o retorno financeiro da publicidade será muito maior. Não estou insinuando que o Jornal o Globo seja cúmplice, afinal jornal vive de  publicidade… naturalmente!!!

Humberto de Luna Freire Filho, médico – Cidadão brasileiro sem medo dessa mídia podre.

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6 ideias sobre “VEJAM PARA QUE SERVE O GRUPO “GLOBOLIXO”

  1. Caro Humberto,

    Nao sei nem mais o que dizer.Todos os dias estamos sendo agraciados com noticias ruins, esse sujeitinho nao tem o minimo pudor para declarar que fuma a droga ha 55 anos?!!!!!!!!!!!!!!!! Que bonitinho. Nao pensa no mau exemplo aos mais jovens com essa má propaganda de que ela lhe faz bem incentivando aos demais que a procurem e sigam o seu pessimo exemplo……O “infeliz” vive nos EUA onde se locupleta com a facilidade de compra e o seu enorme poder aquisitivo , com certeza debocha da nossa cara…esquecendo-se que ainda é brasileiro e também com a proteção da Grobro lixo que lhe dá costas quentes!! O Brasil nao pode mudar com esses maus elementos…e em profusão…

  2. O que essa figura deplorável espera de todos nós após essa declaração absurda, infeliz e deplorável?
    Aplausos?
    A verdade é que o poderio do tráfico é inegável, e as fortunas dos traficantes, esses mesmos que sentam-se em tronos de ouro, é fomentada por milhões de nelsonsmottas, mundo afora!
    As drogas, hoje, são a maior chaga da humanidade, e quem vem fazer apologia a elas, só pode estar com o cérebro totalmente carcomido pelo uso das mesmas!
    Não é, nelson?

  3. Humberto, de há muito deixei de assistir às novelas da Rede Globo. Mesmo quando ainda não me sentia à vontade para usar o termo Globolixo, há uns trinta anos, percebi que esse poderoso grupo de comunicações, de reconhecida qualidade técnica, muito superior aos concorrentes, havia perdido o rumo. Quando, aos poucos, notei que as suas novelas, então campeãs de audiência, tentavam inculcar nas cabeças dos brasileiros que o Rio de Janeiro era uma síntese do Brasil. Ou seja, queriam que o Rio de Janeiro, ex-capital do Brasil, ex-Cidade Maravilhosa, que vivia uma terrível crise de violência pública, que já era absurdamente grande ainda nos anos 90, e que só iria piorar nos anos seguintes, passasse a ser o modelo a ser copiado por brasileiros de norte a sul, leste a oeste, de Xapuri, no Acre, passando por Itumbiara, em Goiás, descendo até Bagé, no Rio Grande do Sul, subindo para Uberaba, em MInas Gerais, passando por Currais Novos, no Rio Grande do Norte, até Vila Surumu, no estado de Roraima, no extremo norte do Brasil (e onde acampei por diversas noites, enquanto mapeava a geologia daquele então território). Ou seja, a Globo, ao mesmo tempo em que o Rio de Janeiro se degradava a cada dia, culminando por seus eleitores elegerem Leonel Brisola governador (aquela inteligência de jumento que proibiu a polícia de subir o morro e incomodar os traficantes), procurava exaltar a vida carioca, a proximidade entre o morador da rica zona sul com o traficante do morro. E eu nunca engoli isso. O Brasil nunca foi e nunca será (espero) o caos do Rio de Janeiro. A grande maioria dos brasileiros não quer e nem aceita a inversão de valores que a Globolixo tenta implantar desde há muito tempo. A Globolixo, ela sim, é a síntese do Rio de Janeiro. Ela é a síntese do caos em que vive aquele estado. Por isso ela reage às ações do governador Witzel, que tenta dar um basta no império do crime em que virou o Rio de Janeiro. Nelson Motta, tenho que admitir, é um grande jornalista, como Chico Buarque, um excepcional artista, mas eles não representam o povo carioca, muito menos o povo brasileiro. A Globolixo resiste em entender que o Brasil não é o Rio de Janeiro. Quanto mais tempo demorar para ela entender isso, pior será para ela. E isso vale para os demais grupos de comunicação do Brasil, como Folha de São Paulo, Estadão, Veja, que não querem entender que o Brasil está mudando. Ainda querem dar espaço aos responsáveis pelos infortúnios pelos quais o Brasil passa hoje. E combatem aqueles que querem fazer as mudanças exigidas pelos brasileiros de bem. Irão pagar por isso.

    • Abel, não há bem que sempre dure, nem mal (GLOBOLIXO, VEJALIXO, FOLHALIXO e agora o ESTADÃO) que nunca acabe. Em tempo: a última novela que assisti foi Saramandaia, uma verdadeira terapia após um pesado dia de trabalho.

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