Por Humberto de Luna Freire Filho
No dia 22 de Setembro de 1988 a Assembleia Nacional Constituinte aprovou a nossa sétima Constituição em um século de república, e que foi promulgada em 5 de Outubro do mesmo ano para ser a lei fundamental que serve de parâmetro de valores a todas as espécies normativas. A Constituição do Brasil, pelo menos na teoria, está no topo do ordenamento jurídico.
No dia 6 de Outubro continuamos falando português, cantando o mesmo hino, mas se você observar melhor vai verificar que desde ontem o Brasil não é mais aquele, você tem ao seu dispor a mais nova versão da Carta Magna que oferece ao cidadão brasileiro mais economia, mais democracia, os melhores serviços na área de segurança e o mais importante, direitos humanos. Enfim teremos uma nova maneira de viver, com regras que dizem cumprir a independência dos Três Poderes da República. Tudo verdade?
Vejamos: começando pela economia, o Brasil tem hoje o mais alto índice de inadimplência da história com 75 milhões de brasileiros que não conseguem pagar as suas contas. Democracia: se você falar a verdade sobre certos ministros da Suprema Corte será preso por ordem do imperador da corte. Segurança: o brasileiro hoje não passa de refém de PCC, do CV e do PCP, hoje infiltradas até em cargos públicos, enquanto o comandante supremo defende organizações criminosas e toma por bandeira publicitária a SOBERANIA.
Pergunto; que moral tem esse atual presidente para falar em defesa da soberania nacional quando o controle de muitas áreas da região Amazônica estão nas mãos de ONGs internacionais, a ausência total do Estado em regiões estratégicas do país, o abandono de certas comunidades indígenas, isso para não falar do principal e mais grave problema que ameça o país que é o sucateamento das nossas FFAA , responsáveis por guardar as nossos 17 mil Km de fronteiras terrestres e 8 mil km de fronteiras marítimas.
Humberto de Luna Freire Filho, médico – Cidadão brasileiro sem medo de corruPTos
Resumindo tudo, estamos abandonados a nossa própria sorte.
Cada um qe cuide de si.
Governo não existe faz tempo.
Fábio, há muito nós temos quadrilha.
. . . Essa tal ‘ constituição ‘ é mais conhecida como PROSTITUINTE 88 , eis que, tem mais de 100 vezes a palavra DIREITOS e menos de 10 vezes a palavra DEVERES – – – – – COITADO BRASIL !
Edgar não é sem motivo que essa é a sétima, ou seja, a cada nova… piora!
DR HUMBERTO
UMA CONSTITUIÇÃO COM 250 ARTIGOS PERMANENTES E 96 TRANSITÓRIOS PARA MIM É UM LIXO
ELA FOI FEITA PARA QUE O PAÍS NÃO FUNCIONASSE E ALCANÇOU O SEU OBJETIVO
LUIZ R B PIRES
Luiz, as folhas dessa constituição não servem nem de papel higiênico, causaria até “PROCTITE” ao usuário.
A nossa constituição federal, já faz muito tempo que deixou de existir,a constituição federal agora é segundo o Superior Tribunal federal,nem nossos senadores nem nossos deputados,eleitos pelo povo para legislar fazem mais isso.
Ilson, o Brasil tornou-se um prostíbulo de quinta categoria. INFELIZMENTE !!!
Obrigada! Que feio.
Moyses, isso é o Brasil de hoje, são 20 anos de desmandos de uma quadrilha que tomou conta do poder.
Infelizmente, o Brasil está que nem uma barata tonta. Vem andando sem rumo desde a chegada da esquerda ao poder. Somos um país governado por quem não tem um rumo traçado e nem tem um planejamento estratégico. Como disse o Gato de Cheshire, no clássico da infantil, escrito pelo britânico Lewis Carroll, em 1865: “Quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve”. E, ainda, para o atual governo repercute o pensamento do filósofo Sêneca: “Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe para qual porto vai”.
Vanderlei, tudo isso me parece proposital. Para essa quadrilha o caminho que serve é o da esquerda, eles até querem mandar no vento.
Vamos aguardar…
Vamos evoluir sim !!! Outubro vem aí.
DR HUMBERTO
O CENÁRIO É TENEBROSO
LUIZ R B PIRES
Luiz, vamos pensar o que fazer, se o “nove dedos” for reeleito.
Soberania e viver num pais livre de corrupção e onde a justica se faça imparcial e efetiva.
Sandra SOBERANIA é exatamente isso, mas… infelizmente o Brasil é o país da corrupção institucionalizada e da justiça politizada.