SOBERANIA VIROU PALAVRA CHAVE NA CAMPANHA DO PRESIDENTE

Por Humberto de Luna Freire Filho

O conceito de Soberania nasceu com o Tratado de Vestfália em 1648, estabelecendo a base para o sistema de Estados modernos. A SOBERANIA NACIONAL é a autonomia suprema de um país para governar seu próprio território, gerir seus recursos e proteger sua população sem sofrer intervenções indevidas de outras nações. É um princípio que garante a autodeterminação e a independência na tomada de decisões políticas, econômicas e sociais. No Brasil de hoje tem mais uma finalidade, fazer proselitismo político.

Tudo começou quando os Estados Unidos classificaram as organizações criminosas,  comando vermelho (CV) e o primeiro comando da capital (PCC) como sendo grupos terroristas. A partir daí esse podre governo petista começou uma campanha em defesa da SOBERANIA NACIONAL posta em risco pelos EUA. Realmente, você já imaginou o tamanho da agressão que estaria sendo cometida contra essas duas importantes organizações, que abrigam em suas fileiras inúmeros parlamentares das duas cassas legislativas além de uma leva significativa de funcionários de primeiro escalão dos governos estaduais e  federal?

Segundo o ITAMARATY, a referida classificação unilateral poderia ser invocada como justificativa para ações extraterritoriais sobre instituições brasileiras, em particular no âmbito financeiro, migratório e penal havendo o risco de uso da força militar dos EUA contra o território nacional. Uma verdadeira agressão à SOBERANIA NACIONAL feita pelo governo de Donald Trump. Eu prefiro encarar  essa posição do Itamaraty como sendo um excelente tema para a campanha presidencial,  e diga-se de passagem, já está sendo vergonhosamente usado nos palanques pelo candidato “nove dedos”.

Eu jamais imaginei que um dia o Ministério das Relações Exteriores, um órgão  do Poder Executivo, responsável pelo assessoramento do Presidente da República na formulação, no desempenho e no acompanhamento das relações do Brasil  com outros países e organismos internacionais,  fosse criticar e condenar o governo americano, ao mesmo tempo em que dá apoio ao presidente brasileiro,  protetor de bandidos. O governo brasileiro deveria agradecer a Donald Trump pela iniciativa e não criticá-lo.

Humberto de Luna Freire Filho, médico – Cidadão brasileiro sem medo de corruPTos

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32 pensou em “SOBERANIA VIROU PALAVRA CHAVE NA CAMPANHA DO PRESIDENTE

  1. Boa noite! Como podemos falar em soberania, se os Órgãos competentes não fazem o que a constituição Ordena, fazem o que acham e pensam.com isso são fora da Lei.

  2. Humberto, mais uma papagaiada desse desgoverno Lula-3. E funciona. Funciona para a maioria da turma que ainda teima em votar nesse mentiroso incurável que ora preside o Brasil. Tanto o fanático da seita petista, como é o caso recente do roqueiro de um certo grupo chamado Titãs, que reiterou seu apoio ao “grande democrata” Lula, bem como a massa de pessoas pouco informadas, ou a maioria esmagadora dos presidiários brasileiros, todos caem nesse engodo petista. A soberania do Brasil ameaçada pelos EUA imperialista. Claro que o Itamarati, apequenado por Celso Amorim, o barbudinho que não esconde seu ódio pelo sucesso dos EUA, não poderia ficar de fora dos planos eleitoreiros do “encantador de serpentes” da política brasileira. Esse Itamarati apequenado, militante, está apenas cumprindo o papel de representar os desejos de Lula, esse ignorante que se gaba de nunca ter lido um livro na vida. Humberto, para finalizar, acrescento que esse tormento todo por que os brasileiros de bem estão passando, só será superado com o fim da era Lula e a posterior, e muito provavelmente, demorada despetização do Brasil. Apagar o legado nefasto que esses mais de 20 anos de apologia da vagabundagem, de condescendência com a criminalidade, de aparelhamento da máquina pública, de destruição da situação fiscal da economia brasileira, da alta carga de impostos, o fanatismo ambiental, etc. Arrisco dizer que o dia em que o senhor Lula passar dessa para uma melhor, será o dia mais feliz do Brasil desde que Cabral aqui aportou, em 1500. Não pelo ser humano que é, mas pelo ser político, que tanto mal fez ao Brasil e quer continuar a fazer.

    • Abel as instituições brasileiras faliram, o Brasil está desmoralizado perante o mundo e o pior é que, com o dinheiro que a quadrilha amealhou vai dar para comprar os voto necessários para uma possível reeleição do “nove dedos”

      • Concordo, mas se a campanha de Flávio Bolsonaro tiver um norte mais pragmático que a campanha do pai dele, teve em 2022, poderá ter chances de vencer. As condições hoje são mais favoráveis, ou menos desfavoráveis. O TSE não poderá ser a mesma ponta de lança que fustigou descaradamente o pai dele. Essa é uma diferença que pesará em favor de Flávio. A escolha do (a) vice será também muito importante. Flávio não poderá cometer o mesmo erro do pai: escollher alguém do mesmo espectro político para vice, alguém da bolha bolsonarista, que não vai trazer-lhe voto novo. Lula fez isso com extrema habilidade, ao fisgar os eleitores de Alkmim. Flávio terá que tentar atrair o Centrão, que é o mesmo que Lula irá fazer. Agora não é hora de purismo ideológico, como quer sua madrasta Michele. Agora é hora de pensar na prioridade máxima, que é tirar para sempre Lula do Palácio do Planalto. O resto é perfumaria.

        • Abel eu estou um tanto desanimado, essas brigas dentro da direta só favorece o “nove dedos” e sua quadrilha. Acho que o único direitista que agiu certo até agora foi Tarcísio de Freitas, ficando de fora dessa disputa presidencial, tentando se reeleger governador de SP e em 2030 tentar a presidência da República.

  3. DR HUMBERTO

    NÃO POSSO DEIXAR DE REPETIR , AS FFAA FIÉIS DA BALANÇA , PASSARAM PARA O OUTRO LADO DO MURO , SEQUER UM PELOTÃO SE INSURGIU

    LUIZ R B PIRES

  4. DR HUMBERTO

    QUANDO O ALTO COMANDO BANDEOU PARA O LADO DOS COMUNISTAS , EU AGUARDAVA UMA INSURGÊNCIA AMPLA , GERAL E IRRESTRITA E SEQUER UM PELOTÃO SE INSURGIU , DEDUZO QUE A TROPA TAMBÉM AGUARDA UMA PROPOSTA DO MOLUSCO

    LUIZ R B PIRES

  5. Cada situação que aparece pra governos que ao invés de governar cria narrativas, a narrativa da vez é soberania. Como se preocupassem com isso. Caso se preocupassem deveriam ser coerentes mas também não se importam com isso. Tudo o que falam é discurso pra surdos e pra ignorantes.

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