Por Humberto de Luna Freire Filho
Nos Estados Unidos não existe nenhuma regra escrita ou exigência legal na constituição americana que obrigue o uso da toga no tribunal, o uso é na verdade puramente tradicional. Inicialmente alguns juízes usavam togas coloridas inspirados no modelo inglês, mas o padrão totalmente preto foi fixado no início do século XIX pelo presidente da corte John Marshall, que adotou uma toga preta simples para simbolizar a imparcialidade e a neutralidade igualitária da justiça.
No Brasil o uso da toga na Suprema Corte é uma exigência regimental histórica que simboliza a imparcialidade, o respeito institucional e a impessoalidade do Estado e significa mais do que um simples uniforme, cujo comprimento se estende tradicionalmente até os calcanhares ( chamadas de veste talar = calcanhar em Latim), e serve para lembrar que o magistrado atua em nome da instituição jurídica, despindo-se de suas preferências ou individualidades. Pergunto… como cidadão comum, você que acompanha a justiça Tupiniquim acredita nisso???
Enquanto a nossa “gloriosa suprema corte” não impedir o meu direito constitucional de livre expressão vou continuar dando minhas opiniões sobre essa podridão, que há 23 anos tomou conta dos três poderes da República e está levando o Brasil para a lata do lixo, o que já foi feito nas relações internacionais. Vou começar dizendo que a toga brasileira deveria ser usada apenas uma vez por ano na “MARQUÊS DE SAPUCAÍ”. Foi transformada em uma fantasia fantasmagórica, uma técnica de ilusão visual do século XVIII e hoje evoluiu para uma metáfora crítica sobre a justiça brasileira, que abriga elementos do nível de um Alexandre de Moraes, de um Dias Toffoli e de um Paulo Gonet no Poder Judiciário.
Continuo com a minha opinião sobres os outros dois poderes – O poder Legislativo sob o comando de Davi Alcolumbre, um sócio do Daniel Vorcaro, não cumpre sua verdadeira função. Enquanto a população elege seus dirigentes para a casa, ele dita as regras de acordo com seus sujos interesses e mais, em conluio com o chefe do poder Executivo, que é outro elemento totalmente desprezível e que na tentativa de se manter no poder por mais quatro anos usa de todos os meios, desde o uso do nosso dinheiro em campanha eleitoral até enganar os pobres com promessas grandiosa demais para serem realizadas. Essa é a minha livre opinião sobre os três podres poderes dirigidos há muito por organizadas e unidas quadrilhas.
Humberto de Luna Freire Filho, médico – Cidadão brasileiro sem medo de corruPTos